Malefícios do fumo

Fumantes podem ter até quatro vezes mais complicações em cirurgias além de comprometimento da circulação e maior risco de trombose

O Dia Nacional de Combate ao Fumo é comemorado no próximo dia 29 de agosto, terça-feira, data que tem como objetivo lembrar a importância de largar o vício do tabagismo, uma vez que a fumaça de cigarro contém mais de 4 mil compostos químicos (a maioria tóxicos) ), incluindo a nicotina, o monóxido de carbono, a acroleína e outros oxidantes, cuja exposição constante induz a múltiplos efeitos patológicos no organismo e que estão ligados ao estresse oxidativo celular.

“Os efeitos adversos do cigarro são muitos e, no caso da saúde das veias, o fumo também afeta principalmente a circulação e isso favorece o aparecimento de processos de trombose (com entupimento dos vasos e que pode levar à morte), principalmente quando associado a fatores de risco”, afirma a cirurgiã vascular e angiologista Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. A trombose é um termo que se refere à condição na qual há o desenvolvimento de um ‘trombo’, um coágulo sanguíneo, nas veias das pernas e coxas. Esse trombo entope a passagem do sangue.

“O cigarro é irritante à mucosa respiratória, o que causa acúmulo de secreção, podendo complicar a anestesia. Além disso, a tosse pode atrapalhar a recuperação de algumas cirurgias como abdômen e face. Do ponto de vista vascular, o risco de trombose também é maior em pacientes fumantes”, explica a cirurgiã plástica Beatriz Lassance, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e da Isaps (International Society of Aesthetic Plastic Surgery).

Um estudo publicado na revista da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica, em fevereiro deste ano e com análise de 40 mil pacientes, comprovou a maior incidência de complicações em pacientes tabagistas, incluindo trombose pulmonar, infecção, hematoma, necrose de tecidos e problemas com qualidade de cicatriz. De acordo com a médica, além da produção de radicais livres, hoje responsáveis por aceleração do envelhecimento, cada cigarro leva a um período de diminuição no calibre dos vasos sanguíneos, aporte de oxigênio e nutrientes na região da pele.

Nos casos em que se realizam cirurgias com amplos descolamentos, a tendência é de haver um risco maior de comprometimento do processo de cicatrização. Isso pode levar ao surgimento de necroses teciduais, deiscências de suturas (afastamentos das partes costuradas), dentre outras complicações. Desta maneira, é imprescindível adequar técnicas menos agressivas, com descolamentos teciduais menores para proteger o paciente de possíveis complicações, além de aconselhá-lo a cessar o fumo no pré-operatório. Na ritidoplastia (plástica ou lifting facial), o tabagismo aumenta muito a chance de necrose (morte da pele)”, explica Beatriz. “Portanto, independente do tipo de cirurgia, vale a pena o esforço de parar de fumar.”

O fumo também provoca aumento da probabilidade de desenvolver infarto, o cigarro também pode causar problemas circulatórios como arteriosclerose (envolvendo as artérias da perna) e tromboangeite obliterante – distúrbio que afeta as extremidades do corpo. “Em ambos os casos, há riscos de ter de amputar o membro (como pernas, pés e mãos)”, explica Aline.

Não podemos ignorar a grande dificuldade de implantes dentários em fumantes. Na maioria dos casos o parafuso não consegue boa fixação e os implantes ficam bambos e acabam caindo. Tenho dois conhecidos, fumantes, que estão há anos tentando colocar implantes dentários sem sucesso, devido ao vício. Um dos dentistas já afirmou que o problema está no hábito de fumar.

#fica a dica #pare de fumar #saúde.

De repente 50

Maria Antônia Calmon

Não é qualquer um que entra tranquilamente nos 50 anos, sem se abalar.  A prova disso são as várias publicações sobre o tema.

Tomei a liberdade de me apropriar de um título da minha amiga Maria Antônia Calmon, para intitular minha crônica de hoje. Essa minha grande amiga é linda, gente boa até debaixo d’água, competente, profissional e estilista. Ela se destacou no mercado da moda com suas camisas, que além de belas e estilosas são muito bem feitas. Passou por mau bocados, pois muito crédula e com coração puro, acabou sendo passada para trás, mas deu a volta por cima.

A família dela é exemplo, tem avó e também três netos. Sabe aquele ditado que é pouco usado, pois não é qualquer um que chega nesse ponto da vida, quando alguém pode dizer: “minha neta, me dá teu neto”? Pois é, a família de Maria Antônia pode. A sua avó já tem trinetos. Não é uma coisa maravilhosa? Eu acho, cinco gerações vivas em uma família é coisa rara.

Como a maioria das pessoas – não é o meu caso –, foi impactada pela chegada dos seus 50 anos. Porém, ela não entrou em depressão, não se sentiu envelhecida, nada disso. Ela criou uma página no Facebook, que já está também no Instagran, chamada Derepente50, isso mesmo, tudo junto, onde compartilha a segunda metade da vida. Veja o que ela escreveu na abertura da sua página:
50 Anos!Se não chegou lá, um dia terá essa idade. Como encarar o envelhecimento? Vamos chegar, ultrapassar os 50 anos. Isso é natural e até privilégio, sorte. Muitas mulheres, amigas e conhecidas me fazem perguntas: como você se sente fazendo 50 anos? Sempre teve em evidência por ter sido modelo e trabalhar como estilista, que convive com esse universo de muita vaidade, e agora? Até então não tinha parado para pensar, a ficha caiu e resolvi contar minha história, trajetória de vida, como encarar o 5.0. Quero compartilhar um conceito de vida e beleza com você! Vamos trocar figurinhas, falar da mulher real de hoje, que é mãe, filha, avó, esposa, namorada. Uma mulher que vai à academia, trabalha se cuida sem excessos e sabe que a beleza interior precisa ser equilibrada para o restante acontecer. Fui modelo fotográfica nos anos 90, capa de várias revistas e campanhas de beleza. Hoje, sou estilista e proprietária da marca de camisaria feminina Maria Antônia Calmon.
Me acompanhe no insta e no facebook e fique por dentro de tudo em primeira mão!”

Não é lindo e inspirador?

Maria Antônia faz hoje, às 19h, um bate-papo na Clínica Onodera, na Rua Conde Linhares, 326, Cidade Jardim. Quem tiver oportunidade, vale a pena conferir.

Alice Schuch

Bem, recebei há alguns dias outro texto da palestrante e escrito Alice Schuch, abordando o mesmo tema, e então decidir unir essas duas mulheres na crônica de hoje.

Segundo Alice, a beleza experimentada depois dos 50 está no prazer de reluzir a alegria feminina. “A mulher que ingressa na casa dos 50 tem o benefício de degustar a sua própria vida. É como a ingressar na “fase da sobremesa”, onde quem a acompanha, experimenta o que há de melhor na maturidade”.

Alice ilustra a mulher acima dos 50 pela energia feminina da Sardenha, ou seja, a bela e poderosa senhora que está representada no centro do Mediterrâneo ocidental e que claramente vive a “fase sobremesa”. Esta senhora goza e brinda à beleza que soube construir para si através dos anos. “A experiência feminina representada depois dos 50 expõe-se com a feliz simplicidade de quem nada necessita. Contribui com a criação e, por sua vez, cria, permitindo ser contemplada, vivida e amada”, completa.

“A dimensão do belo é a sobremesa do sábio, daquele que geriu a vida em autoconservação e evolução, do ser humano que amadureceu na própria simplicidade através de tantas e tantas batalhas no contexto social sem jamais trair-se”, poetisa Alice.

A escritora faz outra metáfora, “o refinamento à energia feminina característica da Sardenha é o licor Mirto di Sardegna, elixir obtido com o fruto da planta sagrada que na antiguidade era dedicada a Vênus, deusa do amor. O licor e sua essência masculina ilustram como um ótimo complemento à sobremesa. Completado o percurso, amadurecido o fruto, inicia-se a festa”.

A experiência pós 50, ou seja, a bela senhora sardenha, se expõe para quem é capaz de percebê-la, senti-la e amá-la. “É manjar dos deuses, eis o seu poder de fatal atração… Paradisíaca ilha mediterrânea, vives a fase sobremesa, simplesmente és … bela! Estás por ti mesmo, incomparavelmente simples e por isso – insuperável. Não competes por um lugar ao sol porque tua maturidade produz arte, doçura, acolhimento, pujança, valor, vida, és tal qual te querias”, recita Alice.

Isabela Teixeira da Costa

Salvar

Dicas para construir uma marca de sucesso

Toda empresa deve ter uma marca bem estruturada, com conceito que represente o negócio da empresa.

Você já parou para pensar na importância da marca para um negócio? Hoje, são diversos fatores que proporcionam o crescimento de uma empresa, independentemente de sua área de atuação, como qualidade dos produtos oferecidos, atendimento adequado e preços. Porém, não se pode negar que a imagem de sua marca também é fundamental para conquistar a clientela e garantir bons resultados.

Sabendo disso, percebe-se que é fundamental estabelecer a marca, pois é o DNA de uma empresa, criando uma conexão com o cliente e uma relação de confiança e fidelização.

A marca vai muito além de uma imagem. É preciso demonstrar a capacidade do negócio para atender as necessidades do consumidor, garantindo satisfação e melhor experiência de quem escolhe o empreendimento. Por isso existe a representação do conjunto de valores pensados pela gestão do negócio para dar identidade ao serviço prestado.

Mesmo com todos os benefícios, mudar uma marca não é um processo simples como muitas empresas pensam e fazem. O caminho parte de um planejamento prévio, realizando pesquisa com o público que pretende atingir, parceiros e funcionários. Tudo isso ajuda o empresário a reconhecer qual a imagem que o seu negócio transmite e verificar se condiz com o que se espera.

Para Ângelo Vieira, diretor operacional da Farmarcas, administradora de redes farmacêuticas, o cuidado deve ser minucioso. “Quando vamos realizar alguma alteração em uma de nossas marcas, nos preparamos para uma verdadeira operação de guerra, pois temos que estar atentos para que nenhuma falha ocorra nesse processo”, detalha.

A Farmarcas foi responsável pela alteração e criação de todas as marcas participantes das redes, para tanto, uma equipe foi destacada apenas para o acompanhamento dessa área. “A criação da marca é só o primeiro passo desse trabalho, temos profissionais que ficam constantemente conectados com as redes para observar se o uso da marca está se dando de maneira correta. Quando aparecem inconsistências, ações corretivas são tomadas imediatamente”, explica Ângelo.

Em relação à marca, qualquer descuido ou brecha pode ser catastrófico e a recuperação em relação a esta questão se torna muito difícil. “Sempre agimos de forma preventiva, demonstrando o valor da marca e como ela bem trabalhada resultará em lucros para os associados”, finaliza.

Veja algumas dicas na hora de construir uma marca:

O desenvolvimento da marca deve partir da estratégia da empresa. Para isso, é necessário ter como base a missão, a visão e os valores da empresa, tendo também alinhamento com estratégia e posicionamento;

É preciso o comprometimento dos gestores da empresa com esse movimento de mudança, pois, sem a confiança deles, não será possível que os demais participantes da empresa “comprem” essa mudança;

Deve ser feita projeções futuras do negócio, levando em conta as atividades e o público do empreendimento, pois sem elas poderá ter dificuldades mais à frente para a marca;

O desenvolvimento da arte da marca tem que passar uma comunicação adequada. Deve-se perceber nela a mensagem que se objetiva, sendo atraente e original;

A marca deve ser uma mescla de harmonia e identidade verbal e visual, isto é, a justificativa deve ir ao encontro do que está escrito, falado ou em imagem, estando bem especificado na utilização de todos os materiais;

O início do uso da marca também deve ser planejado minuciosamente, não basta ter todo um trabalho e simplesmente mudar, deve-se pensar em como e onde vai iniciar a divulgação da marca, o público e o alcance;

É preciso desenvolver um manual de uso de marca, no qual devem estar detalhados todos os cuidados e limites na utilização, contemplando impressos e digitais, arquitetura e decoração, fazendo com que tudo se comunique;

A manutenção da marca e possíveis revisões também devem estar em foco, especificando como se dará a manutenção. A gestão da marca deve alinhar todo o universo da empresa, desde o produto até o ambiente, de forma a valorizar a imagem do negócio e garantir consistência e continuidade no uso da marca.

Luzes

As luzes se tornaram um item muito desejado na decoração de espaços e principalmente nos quartos. Viviane Schwartzhaupt, do blog  www.dcorevoce.com.br enviou dicas de como decorar com esse elemento.

“As luzes são um dos fatores mais primordiais de qualquer projeto de decoração, quando bem usadas conseguem mudar completamente a decoração de um ambiente. Além de ditar o clima que o ambiente vai se encontrar. Hoje, vamos mostrar alguns exemplos lindos para você que podem trazer a inspiração que procura”, diz Viviane.

Luzes com fotos

Veja só como a combinação de um lindo varal de fotos com luzes fica linda na cabeceira de sua cama e expõe as melhores lembranças de sua vida de uma forma muito criativa e além disso uma forma barata de decoração.

Céu de estrelas

Essa é uma ideia linda para você que sente uma sensação boa quando olha para um céu estrelado, o efeito luminoso fica ainda mais lindo se refletir em um piso feito em porcelanato.

Abajures sincronizados

O uso de abajures em uma sala com cores claras realça muito a cor dos móveis e deixa o ambiente ainda mais aconchegante e lindo.

Luzes na garrafa

É um estilo de artesanato que funciona muito bem, e você pode espalhá-las pela casa que vão agregar muito no ambiente.

O que sua gravata diz sobre você?

Imagem retirada da internet

Homem também liga para moda, eles se importam com estilo e elegância e demonstram isso na escolha da gravata.

Engana-se quem pensa que moda se restringe às mulheres. De fato, a indústria da moda feminina é mais ampla que a masculina, porém isso não indica que os homens se importam menos em manter o estilo e elegância ao se vestir. Um dos maiores símbolos masculinos na moda é a gravata, e por mais simples que a peça pareça ser, ela exige uma atenção especial ao combinar com o restante da composição e não apenas isso, ela também diz muito sobre a personalidade do homem.

E estampada, lisa, tradicional, ou com textura, as gravatas variam de acordo com quem as usa. Cada gravata diferida pela cor, tecido e tipo de nó pode passar mensagens diferentes. As clássicas, por exemplo, deixam qualquer homem mais confortável. As de bolinhas trazem um ar mais emotivo e amigável, já as padrão Paisley, aquelas associadas frequentemente aos anos 60, traz um ar de liberdade ao homem, as gravatas xadrez são mais casuais e descontraídas.

A consultora de imagem e estilo Raissa Starosta explica que vamos entendendo a importância da gravata em uma composição quando o aspecto de um mesmo terno muda completamente de acordo com a cor e textura da peça. “As cores também transmitem mensagens e sensações, sejam elas positivas ou negativas. Ao misturar mais de um tom, seu significado também muda. O vermelho vivo, por exemplo, remete ao poder, à segurança e liderança. Tons da mesma cor com aspecto mate já suavizam e deixam mais sutis a evocação de poder. Gravatas roxas também passam autoconfiança, a história nos conta que desde sempre a cor é associada à realeza e riqueza”, conta.

Quem pensa que o preto está fora de cogitação, se engana. Raissa conta que a gravata preta é sofisticada e perfeita tanto para uma ocasião social como um jantar mais formal. “Para quem não quer ficar no ‘pretinho básico’ pode optar por tons de cinza, que são modernos e mais ousados. Podemos ver que cada detalhe tem uma importância enorme na composição final e diz muito sobre quem a está usando, basta fazer a combinação certa e não errar no look”.​

Bife à rolê

Bife à rolê

 

Ingredientes:

1 sachê de salsaretti sugo

10 bifes médios finos de coxão mole

Sal a gosto

Pimenta-do-reino a gosto

4 Calabresas defumadas em filetes médios

1 Cebola grande em filetes médios

3 Cenouras em filetes médios

1 Pimentão vermelho em filetes médios

8 colheres de sopa de azeite

1 colher de sopa cheia de alho picado

1/3 de xícara de chá de vinho branco

1 ½ de xícara de chá de água ou caldo de carne

 

Modo de preparo: Tempere os bifes com sal e pimenta. Acomode sobre 2/3 de cada bife, no sentido do comprimento, um filete de linguiça, um de cebola, um de cenoura e um de pimentão. Enrole cada bife apertando o recheio para trás. Feche a carne com pequenos palitos de madeira. Em uma panela grande leve o azeite para aquecer. Aos poucos coloque os bifes para fritar de todos os lados. Reserve-os. Acrescente o alho e frite-o. Junte o molho de tomate salsaretti sugo, o vinho, os bifes e, em panela semi tampada e em fogo médio, cozinhe até que os bifes fiquem macios. Se necessário adicione, aos poucos, pequenas porções de água. Sirva com purê de batata ou arroz.

Dica: Um molho mais cremoso pode ser obtido se os bifes forem passados na farinha de trigo o suficiente para pegar uma camada bem fininha. Prepare a receita da mesma forma acima descrita.

Importância da água para o organismo

A hidratação do corpo varia de acordo com a idade e a falta de água pode levar uma pessoa à morte.

Quando minha filha era pequena teve uma otite brava. Por causa da grande dor e alta febre a levei ao pediatra, dr. Múcio de Paula, excelente pessoa e profissional. Ela foi medicada, mesmo assim parou de comer totalmente, então, depois de alguns dias, liguei para o pediatra e relatei minha preocupação e fui logo dizendo que ela ia acabar morrendo de fome. Dr. Múcio, naquela calma e delicadeza que lhe era peculiar, responde: “Criança não morre de fome, mas de sede. O ser humano pode ficar vários dias sem alimento, porém, sem água em três dias pode vir a óbito. Se ela estiver bebendo líquidos, ficará bem”. Fiquei impressionada e foi do jeitinho que ele falou.

A água representa de 40% a 80% do peso total do ser humano e o corpo não possui reservas ou condições para armazenamento de água, portanto é fundamental bebermos água, mesmo sem estar com sede.

Ao longo do dia, perdemos muito líquido no corpo, pelo suor, saliva, urina e fezes. Para os que praticam atividades físicas a desidratação é maior, assim como pessoas que ficam expostas a altas temperaturas. Ao perder muita água, o corpo fica fora de equilíbrio e pode chegar a alto nível de desidratação, que pode levar a pessoa à morte.

Segundo a endocrinologista e especialista em metabologia, Carolina Mantelli, o ideal é beber cerca de 300ml de água a cada duas ou três horas, preferencialmente em um horário longe das grandes refeições como almoço e jantar. Ela sugere termos sempre uma garrafa de água conosco, para que essa reposição seja constante, independente de sentirmos sede.

“Um bebê na barriga da mãe tem 95% do seu peso composto de água, um recém-nascido, 80%, e um ser humano adulto cerca de 70%. Já um idoso tem apenas 40%. A cor natural da urina varia de amarelo bem claro até amarelo escuro, quanto mais hidratada a pessoa estiver, mais clara a urina será. Cuidado com uma urina acastanhada ou amarela escura, pois é extremamente concentrada devido à pouca quantidade de água para diluí-la”, esclarece Carolina.

Certa vez li um artigo que dizia que o idoso deve beber um grande copo de água a cada duas horas, pois a desidratação é um dos motivos para desencadear confusão mental . Ou seja, uma pessoa bem hidratada está protegendo um dos bens mais preciosos que tem, o cérebro, órgão fundamental para ter uma boa velhice.

Veja outras vantagens de ser manter hidratado:

– Regula a temperatura corporal: durante os exercícios físicos ou no clima muito quente, a água é liberada pela transpiração e evita que nosso organismo esquente demais ou sofra alterações térmicas bruscas;

– Desintoxica o corpo: auxilia a prevenção da infecção urinária, uma vez que estimula as idas ao banheiro, o que ajuda a “limpar” o trato urinário. Além disso, beber água ajuda a formar e hidratar o bolo fecal, evitando a constipação intestinal;

– Absorção e transporte de nutrientes: auxilia na absorção de nutrientes e glicose;

– Emagrece: além da redução da retenção de líquidos do corpo, coloca os rins para trabalhar e também traz sensação de saciedade;

– Pele bonita: promove a revitalização das células e mucosas, resultando em uma hidratação de dentro para fora e evitando o ressecamento e a descamação.

 

Isabela Teixeira da Costa

Cinema em pauta

Filme Corpo Elétrico Foto divulgação

11ª Mostra CineBH e 8º Brasil CineMundi promovem o diálogo entre culturas, enfoca o mercado e a coprodução internacional.

Belo Horizonte recebe, de 22 e 27 de agosto, a 11ª Mostra CineBH e 8º Brasil CineMundi – principal encontro de coprodução internacional no país. O evento conta com programação gratuita e ocupa oito espaços da capital mineira. Serão exibidos ao todo 101 filmes nacionais e internacionais, em pré-estreias e retrospectivas. Nesta edição, estarão em destaque filmes urgentes, clássicos na praça e retrospectiva do crítico, ator e cineasta francês Pierre Léon. Confirmaram presença na Mostra CineBH 25 convidados internacionais da indústria audiovisual de 13 países para encontros de coprodução e negócios com o cinema brasileiro.

A abertura oficial do evento será no dia 22 de agosto, às 20h, no Cine Theatro Brasil Vallourec, com pré-estreia do filme “Corpo Elétrico”, de Marcelo Caetano. Serão exibidos, ao todo, 101 filmes nacionais e internacionais, em pré-estreias e retrospectivas, de 16 países. A programação envolverá oito espaços de BH: Fundação Clóvis Salgado, Teatro Sesiminas, Sesi Museu de Artes e Ofícios, Sesc Palladium, Cine Theatro Brasil Vallourec, MIS Cine Santa Tereza, Cine 104 e, ainda a  inédita montagem de um cinema ao ar livre na Praça da Estação. Serão seis dias de programação intensa e gratuita.

Pré-estreias

A Mostra Contemporânea se completa com títulos de grande repercussão internacional, em pré-estreias nas telas brasileiras, com grande destaque ao cinema asiático. Do continente, vêm Three (Hong Kong), de Johnnie To; The Mole Song: Hong Kong Capriccio(Japão), de Takashi Miike; Bangkok Nites (Japão/Tailândia), de Katsuya Tomita; e Uma Noiva de Shangai (Argentina/China), de Mauro Andrizzi. Completando os internacionais estão Taste of Cement (Líbano/Síria), de Ziad Kalthoum; e Luz Obscura (Portugal), de Susana de Sousa Dias. Entre os brasileiros, estão na programação as pré-estreias As Duas Irenes, de Fábio Meire; e Corpo Elétrico, de Marcelo Caetano.

No grande cinema ao ar livre que será montado na Praça da Estação serão exibidos filmes que marcaram época (veja a relação completa de todo o evento, a seguir).

No dia 27, no encerramento do Brasil CineMundi, às 19h30, no Teatro Sesiminas, o júri (composto por três profissionais da área) anunciará o melhor projeto de longa brasileiro em fase de desenvolvimento da categoria CineMundi.

RELAÇÃO DOS FILMES EM EXIBIÇÃO

 

Longas

Pierre Leon Foto Stéphane Duss

Mostra Cidade em Movimento

  • DA LONA AO PAI TOMAS: A HISTÓRIA DO CABANA CONTADA POR SEUS PRIMEIROS MORADORES, de Marcus Vieira (Minas Gerais) – 2016
  • O SOM QUE VEM DAS RUAS 3 – WORK IN PROGRESS, de Bruno Figueiredo (Minas Gerais) – 2017
  • PRETO VELHO NA LAGOINHA, de Célio Dutra (Minas Gerais) – 2016

Diálogos históricos

  • AS AVENTURAS AMORASAS DE UM PADEIRO, de Waldir Onofre (Rio de Janeiro) – 1975
  • HISTÓRIAS QUE NOSSO CINEMA (NÃO) CONTAVA, de Fernanda Pessoa (São Paulo) – 2017
  • O CAMINHÃO, de Marguerite Duras (França) – 1977
  • O PECADO DE CLUNY BROWN, de Ernst Lubitsch (Estados Unidos) – 1946
  • UM GRANDE MERGULHO, de Jack Hazan (Reino Unido) – 1974

Mostra retrospectiva Pierre Léon

  • A FRANÇA, de Pierre Léon (França) – 2007
  • BIETTE, de Pierre Léon (França) – 2010
  • DOIS RÉMI, DOIS, de Pierre Léon (França) – 2015
  • DUAS DAMAS SÉRIAS, de Pierre Léon (França) – 1998
  • GUILLAUME E OS SORTILÉGIOS, de Pierre Léon (França) – 2007
  • LI PER LI, de Pierre Léon (França) – 1994
  • NISSIN DIT MAX, de Pierre Léon (França) – 2003
  • O ADOLESCENTE, de Pierre Léon (França) – 2001
  • O IDIOTA, de Pierre Léon (França) – 2008
  • OUTUBRO, de Pierre Léon (França) – 2006
  • PHANTOM POWER, de Pierre Léon (França, Rússia-Portugal-Áustria) – 2014
  • POR EXEMPLO, ELECTRA, de Jeanne Balibar, Pierre Léon (França) – 2012
  • TIO VANIA, de Pierre Léon (França) – 1997

Mostra clássicos na Praça

  • BLADE RUNNER, O CAÇADOR DE ANDRÓIDES, de Ridley Scott (Estados Unidos) – 1992
  • ELES VIVEM, de John Carpenter (Estados Unidos) – 1998
  • E.T. – O EXTRATERRESTRE, de Steven Spielberg (Estados Unidos) – 1982
  • JANELA INDISCRETA, de Alfred Hitchcock (Estados Unidos) – 1954
  • MÁGICO DE OZ, de Victor Fleming, Richard Thorpe, King Vidor (Estados Unidos) – 1939
  • O GAROTO, de Charlie Chaplin (Estados Unidos) – 1921
  • O MENINO MALUQUINHO, de Helvécio Ratton (Minas Gerais) – 1995

Mostra contemporânea

  • A REVOLUÇÃO NÃO SERÁ TELEVISIONADA, de Rama Thiaw (Senegal) – 2016
  • AS DUAS IRENES, de Fabio Meira (São Paulo,Goiânia) – 2017
  • BANGKOK NITES, de Katsuya Tomita (Japão, França, Tailândia) – 2016
  • CORPO ELÉTRICO, de Marcelo Caetano (São Paulo) – 2017
  • LUZ OBSCURA, de Susana de Sousa Dias (Portugal) – 2017
  • MALES SEM TERRA, de João Arthur (Rio de Janeiro) – 2016
  • TASTE OF CEMENTE, de Ziad Kalthoum (Alemanha, Líbano, Síria, Emirados Árabes, Qatar) – 2017
  • THE MOLE SONG: HONG KONG CARPACCIO, de Miike Takashi (Japão) – 2016
  • THREE, de Johnnie To (China) – 2016
  • UMA NOVIA DE SHANGAI, de Mauro Andrizzi (Argentina,China) – 2016
  • VIDEOGRAMAS DE UMA REVOLUÇÃO, de Harun Farocki, Andrei Ujica (Alemanha) – 1992

Mostra contemporânea – Work in Progress

  • OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM, de Julia Murat e co-direção de Miguel Antunes Ramos (Rio de Janeiro) – 2017

Sessão especial – 50 anos Terra em Transe

  • TERRA EM TRANSE, de Glauber Rocha (Rio de Janeiro) – 1967

Sessão Cine-Escola

  • ÚLTIMAS CONVERSAS, de Eduardo Coutinho (Rio de Janeiro) – 2015

Mostrinha

  • A FAMÍLIA DIONTI, de Alan Minas (Rio de Janeiro) – 2015

 

CineBH 2016 Foto Leo Lara/Universo Producao

Média

Mostra retrospectiva Pierre Léon

  • O ASSOMBRO, de Pierre Léon (França) – 2001/2012

 

Curtas

Mostra contemporânea

  • ALGO DO QUE FICA, de Benedito Ferreira (Goiânia) – 2017
  • ÂMAGO, de Édier William (Paraná) – 2017
  • AULA DE ANATOMIA, de Sidney Schroeder (Rio de Janeiro) – 2017
  • HIC, de Alexander Buck (Espírito Santo) – 2017
  • MERCADORIA, de Carla Villa-Lobos – (Rio de Janeiro) – 2017

Cinema de urgência

  • NA MISSÃO, COM KADU, de Aiano Bemfica, Kadu Freitas & Pedro Maia de Brito (Minas Gerais) – 2016

Mostra curtas no almoço

  • HAVIA CINZAS DENTRO DE MIM, de Daniel Calil (Goiânia) – 2017
  • MÃE, ACORDA A VOVÓ, de Cássio Domingues (Goiânia) – 2017
  • MEU NOME É CORACI, de Adan Sousa (Goiânia) – 2017
  • TAILOR, de Calí dos Anjos (Rio de Janeiro) – 2017
  • SOL, de Carlos G. Gananian (São Paulo) – 2017
  • VÊNUS – FILÓ A FADINHA LÉSBICA, de Sávio Leite (Minas Gerais) – 2017

Mostra brasileiros no exterior

  • COSME, de Luciano Scherer (Rio Grande do Sul) – 2016
  • ENTER, de Rafael de Toledo e João Lima (Paraná) – 2016
  • O CHORO DE PRANH, de Rafael de Toledo, João Lima e Eduardo Camargo (Paraná) – 2016
  • OLTEANCA, de João Pedro Borsani (Rio de Janeiro) – 2016
  • RETRATOS PARA VOCÊ, de Pedro Nishi (São Paulo) – 2016

Mostra retrospectiva gesto de cinema

  • LUIZA, de Caio Baú (Paraná) – 2017
  • O MUNDO ESTRATIFICA O CORPO SE DESLOCA, de Igor Urban (Paraná) – 2017
  • PAI AOS 15, de Danilo Custódio (Paraná) – 2015
  • PAIXÃO NACIONAL, de Jandir Santin  (Paraná) – 2015
  • PAVÃO SEM CORES, de Isabele Orengo (Paraná) – 2015

Mostra retrospectiva Pierre Léon

  • NA BARBA DE IVAN, de Pierre Léon (França) – 2009

Mostra clássicos na Praça

  • A HORA VAGABUNDA, de Rafael Conde (Minas Gerais) – 1998
  • A VELHA A FIAR, de Humberto Mauro (Minas Gerais) – 1964
  • ESTADO ITINERANTE, de Ana Carolina Soares (Minas Gerais) – 2016
  • FANTASMAS, de André Novais Oliveira (Minas Gerais) – 2010

Mostra a cidade em movimento

  • A CIDADE QUE VIVE EM MIM, de Fernanda Estevam (Minas Gerais) – 2014

Como lidar com o estresse no ambiente de trabalho?

Brasil é o segundo entre os países mais estressados do mundo, como superar o estresse no trabalho e na vida pessoal?

Sete em cada dez brasileiros reclamam de estresse no trabalho. Destes, pelo menos três sofrem da chamada síndrome de Burnout, que se configura pelo esgotamento mental e físico intenso causado pelas pesadas jornadas, pressão por resultados e alta competitividade. Dados do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) revelam que os gastos com auxílio doença concedidos por transtornos mentais ultrapassaram R$ 218 milhões no país.

Para Valquiria Manzini, diretora de projetos de carreira da RH Estratégia, as pessoas devem procurar ajuda sempre que sentirem necessidade. “É preciso estar atento aos sinais que o corpo manda. Logo que a pessoa começar a sentir problemas como desânimo, exaustão, irritabilidade e baixa produtividade é importante buscar ajuda”, revela, lembrando que as empresas não podem ficar alheias à questão, devendo apresentar saídas como a implantação de políticas de bem-estar, algo que vem sendo aderido cada vez mais no mundo corporativo.

“Nas grandes companhias, o estresse muda de acordo com o cargo, mas, algumas atitudes ajudam a enfrentar essa questão. Os funcionários, por exemplo, devem criar estratégias para enfrentar as pressões. Com o mercado cada vez mais competitivo e a crise econômica atual é comum nos sentirmos pressionados a produzir cada vez mais e melhor para mantermos nosso emprego, porém, é fundamental distinguir entre engajamento e perfeccionismo. Negociar prazos para a entrega de um projeto e definir prioridades são habilidades fundamentais para evitar problemas com a saúde”, comenta Valquiria.

Ainda para a especialista é ideal saber avaliar o tamanho de cada problema, já que pequenas questões não devem ser recebidas e nem tratadas com a mesma gravidade de grandes dificuldades. É importante, por fim, que as pessoas mantenham o pensamento positivo, por mais difícil que seja, já que isso contribui para sua qualidade de vida e estimula as outras pessoas a fazerem o mesmo, melhorando o ambiente de trabalho. Já entre os empresários, a atenção principal deve se dar na forma de comunicar-se com os funcionários. Pequenos ruídos de comunicação podem gerar grandes problemas. Transparência é fundamental, porém, deve-se sempre ter atenção com o uso adequado das palavras.

Diante desse cenário caótico, buscar ajuda por meio de psicoterapia, meditação ou outra técnica de relaxamento é uma das saídas mais usadas para fugir do estresse e buscar o equilíbrio. Entre as técnicas mais procuradas e com resultados mais efetivos está a Acupuntura, que ajuda a aliviar sintomas que se tornaram comuns, como ansiedade, fome incontrolável, irritabilidade e falta de sono. “A técnica milenar chinesa auxilia diretamente na questão emocional, melhorando o mau humor, a sensibilidade excessiva, além de aumentar a disposição para trabalhar e fazer atividades físicas. As sessões geram bem-estar e devolvem a saúde e a vitalidade perdida com a rotina estressante do dia a dia, no qual as pessoas têm que enfrentar problemas no trabalho, com a família e em casa”, comenta a especialista.

Além da acumpultura, nada como uma boa terapia, pois a técnica milenar chinesa vai tirar os sintomas, a pessoa se sentirá melhor, porém, a causa da ansiedade continuará dentro de você, sufocada, e a qualquer momento poderá emergir novamente, desencadeando nova crise. Falo com conhecimento de causa, pois já fiz acumpultura para diminuir a compulsão alimentar e para dor na coluna, porém, depois que parei com as aplicações voltei a me alimentar como antes. Para a dor na coluna, realmente melhorou bastante, mas, depois de algum tempo tive nova crise.

Isabela Teixeira da Costa

A caminho do brejo

Recebi neste feriado um artigo da jornalista, escritora, fotógrafa e blogueira, Cora Ronái. O texto foi publicado em dezembro de 2016 no jornal O Globo, mas continua muito atual, e penso que todos deveriam ler.

Cora Ronái

A sociedade dá de ombros, vencida pela inércia.
Um país não vai para o brejo de um momento para o outro — como se viesse andando na estradinha, qual vaca, cruzasse uma cancela e, de repente, saísse do barro firme e embrenhasse pela lama. Um país vai para o brejo aos poucos, construindo a sua desgraça ponto por ponto, um tanto de corrupção aqui, um tanto de demagogia ali, safadeza e impunidade de mãos dadas. Há sinais constantes de perigo, há abundantes evidências de crime por toda a parte, mas a sociedade dá de ombros, vencida pela inércia e pela audácia dos canalhas.
Aquelas alegres viagens do então governador Sérgio Cabral, por exemplo, aquele constante ir e vir de helicópteros. Aquela paixão do Lula pelos jatinhos. Aquelas comitivas imensas da Dilma, hospedando-se em hotéis de luxo. Aquele aeroporto do Aécio, tão bem localizado. Aqueles jantares do Cunha. Aqueles planos de saúde, aqueles auxílios moradia, aqueles carros oficiais. Aquelas frotas sempre renovadas, sem que se saiba direito o que acontece com as antigas. Aqueles votos secretos. Aquelas verbas para “exercício do mandato”. Aquelas obras que não acabam nunca. Aqueles estádios da Copa. Aqueles superfaturamentos.
Aquelas residências oficiais. Aquelas ajudas de custo. Aquelas aposentadorias. Aquelas vigas da perimetral. Aquelas diretorias da Petrobras.
A lista não acaba.
Um país vai para o brejo quando políticos lutam por cargos em secretarias e ministérios não porque tenham qualquer relação com a área, mas porque secretarias e ministérios têm verbas — e isso é noticiado como fato corriqueiro da vida pública.
Um país vai para o brejo quando representantes do povo deixam de ser povo assim que são eleitos, quando se criam castas intocáveis no serviço público, quando esses brâmanes acreditam que não precisam prestar contas a ninguém — e isso é aceito como normal por todo mundo.
Um país vai para o brejo quando as suas escolas e os seus hospitais públicos são igualmente ruins, e quando os seus cidadãos perdem a segurança para andar nas ruas, seja por medo de bandido, seja por medo de polícia.
Um país vai para o brejo quando não protege os seus cidadãos, não paga aos seus servidores, esfola quem tem contracheque e dá isenção fiscal a quem não precisa.
Um país vai para o brejo quando os seus poderosos têm direito a foro privilegiado.
Um país vai para o brejo quando se divide, e quando os seus habitantes passam a se odiar uns aos outros; um país vai para o brejo quando despenca nos índices de educação, mas a sua população nem repara porque está muito ocupada se ofendendo mutuamente nas redes sociais. Enquanto isso tem gente nas ruas estourando fogos pelos times de futebol!!!