Aleitamento materno

A Semana Mundial de Aleitamento Materno faz parte de uma história mundial focada na sobrevivência, proteção e desenvolvimento da criança.

A saúde da criança sempre foi uma preocupação da Organização Mundial de Saúde (OMS), em função da grande preocupação com a mortalidade infantil. Apesar de várias ações para incentivar a amamentação, desde 1948, foi em 1990 que a OMS e a Unicef que foi produzido um documento adotado por organizações governamentais e não governamentais, assim como, por defensores da amamentação de vários países, entre eles o Brasil.

Mais de 170 países do mundo se unem da primeira semana de agosto para promover a Semana Mundial do Aleitamento Materno, ação de extrema importância para a saúde ao longo da vida. Este é um grande movimento de incentivo à amamentação, algo que pode ser bastante desafiador para algumas mães, justamente numa fase delicada da maternidade, quando ainda se adapta à nova rotina e se recupera da gestação e do parto.

O leite materno é o melhor alimento que um bebê pode receber e os benefícios do aleitamento materno são inúmeros. Estudos mostram que o impacto da amamentação na primeira infância continua ao longo da vida adulta, influenciando, positivamente, em fatores como a tendência à obesidade e o QI. Já para as mulheres, amamentar pode reduzir o risco de câncer no ovário e nas próprias mamas.

A amamentação previne a fome e a desnutrição em todas as suas formas e garante a segurança alimentar dos bebês, mesmo em tempos de crise. Sem um ônus adicional sobre o rendimento familiar, a amamentação é uma maneira barata de alimentar crianças e contribui para a redução da pobreza.

Eu amamentei minha filha por seis meses. Para mim, eram  as melhores horas do dia – e da noite –, pois é uma ligação total com seu filho. Infelizmente, Luisa teve uma otite muito forte e o remédio deu uma reação estranha nela. Minha pequena desidratou de tanto evacuar. Quase morri de desespero.

Tivemos que suspender toda a alimentação complementar – naquela idade ela já tomava suco, comia frutinhas e almoçava a papinha – e voltar à amamentação 24 horas. Porém, meu leite não era suficiente para sustenta-la o dia todo, pois eu só amamentava de noite e de manhã. A fome que ela teve foi tão grande, que o nosso pediatra, Múcio de Paula, pediu que complementasse com um leite em pó. Na primeira vez que ela pegou a mamadeira, nunca mais pegou o peito. Esse desmame doeu mais em mim do que nela.

Filó/Gorete Milagres

Ontem, minha amiga Gorete Milagres, a Filó, postou um lindo depoimento em seu instagram. Ela publicou uma foto dela, como Filó, amamentando sua filha Alice, há 23 anos, entre uma apresentação e outra. Veja o que ela escreveu:

“Esta foto foi feita pelo pai da Alice, no intervalo de um dia inteiro de trabalho intenso com a personagem Filó. Não dava tempo de trocar de roupa e este foi o primeiro figurino dela. Eu não tinha tempo de tirar leite para deixar armazenado. Amamentei Alice por um ano mesmo com todas as dificuldades…
Hoje no Dia Mundial da Amamentação, o que tenho a dizer é que nenhuma mulher deve deixar de dar o alimento mais completo e essencial para os seis primeiros meses de vida, para seu filho. É um esforço compensador, prazeroso e único da vida. Todas as mulheres deveriam ter este direito adquirido. Amamentei a Maria tbém com figurino da personagem, pelos mesmos motivos. Só falta achar a foto! Rs”

Não abram mão desse direito, é uma experiência única e fundamental para a saúde de seu filho.

Isabela Teixeira da Costa

#diamundialdaamamentação #semanadoaleitamentomaterno

O autismo

Dia 2 de abril é comemorado o Dia Mundial do Autismo e Belo Horizonte terá semana de debates, palestras, oficinas e orientações à população.

O Autismo, também conhecido como Transtornos do Espectro Autista (TEA), é transtorno que causa problemas no desenvolvimento da linguagem, nos processos de comunicação, na interação e comportamento social da criança.  Estima-se que 70 milhões de pessoas no mundo todo possuem algum tipo de autismo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS); no Brasil, 2 milhões. Uma pesquisa atual do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) diz que o autismo atinge ambos os sexos e todas as etnias, porém o número de ocorrências é maior entre o sexo masculino (cerca de 4,5 vezes).

No fim dos anos 1980, uma a cada 500 crianças era diagnosticada com autismo. Hoje, a taxa é de uma a cada 68. O significativo aumento chamou atenção até da ONU (Organização das Nações Unidas), que classificou o distúrbio como uma questão de saúde pública mundial.

Esse transtorno não possui cura e suas causas ainda são incertas, porém ele pode ser trabalhado, reabilitado, modificado e tratado para que, assim, o paciente possa se adequar ao convívio social e às atividades acadêmicas o melhor possível. Quanto antes o autismo for diagnosticado melhor, pois o transtorno não atinge apenas a saúde do indivíduo, mas também de seus cuidadores, que, em muitos casos, acabam se sentindo incapazes de encararem a situação.

Uma amiga tem um filho autista. O rapaz está com 28 anos, nasceu bem e até os três anos interagia normalmente. Foi nessa idade que o autismo se manifestou e ele parou de falar. Começou com atitudes intempestivas como se fosse gestos de raiva, tipo jogar objetos no chão ou pela janela. Essas alterações foram tratadas pelas professoras como problema comportamental, como se a criança estivesse passando por problemas familiares e manifestando como rebeldia. A mãe, pessoa bastante lúcida e instruída, e amorosa, percebeu que o filho não estava normal e procurou um neurologista, e ouviu do profissional que se tratava de birra e falta de limites.

Absurdo total, percebido por ela, pois sabia muito bem que a educação que dava para o filho era correta e com limites. Começou aí uma via sacra de pediatras, neurologistas, psicólogos, psiquiatras, e tudo quanto havia de exames na época. Infelizmente ela só ouvia que ele tinha “um problema importante”, mas ninguém falava o que era. Claro que tinha problema, uma criança que de uma hora para outra parou de falar, ficou hiperativo e chorava muito. Demorou oito anos até que um psiquiatra fechou o diagnóstico dizendo que se tratava de autismo, fato que ela já desconfiava há alguns anos, baseada em pesquisas próprias. O rapaz entende as coisas, porém sua comunicação é limitada. Tem algumas atitudes diferentes como gostar de tomar vários banhos ao dia, de roupa. Faz atividades físicas – importante no tratamento -, está na aula de música e pelo que ela me conta, parece que é feliz.

Outra coisa curiosa e interessante que minha amiga me contou é que a dieta de restrição do glúten é benéfica para o autista porque minimiza os comportamentos repetitivos. O problema é que toda a família e locais de apoio onde o autista convive tem que seguir a dieta, uma vez que ele não consegue selecionar por si próprio o alimento, ou seja, se ver um bolo ou um pão vai querer comer e não tem como explicar que não pode. Isso provavelmente desencadearia uma crise, já que elas ocorrem em função de alguma frustração.

Para comemorar o Dia Mundial do Autismo pessoas com o transtorno, associações e entidades ligadas à causa inovam com uma programação diversificada em Belo Horizonte. Será uma semana – de 2 a 8 de abril – voltada para o TEA com debates, palestras, oficinas e orientações à população. Com o tema “Autismo, quem faz o que em BH”, a programação diversificada vai contar com a participação de pessoas com autismo, seus familiares, associações, entidades e profissionais ligados à área, além de organizações que empregam pessoas com autismo, numa parceria com a PBH, ALMG, UFMG, OAB, entre outras instituições. A Defensoria Pública, por exemplo, irá orientar sobre os direitos das pessoas com autismo. Haverá ainda muitas outras informações sobre o TEA para famílias, educadores, profissionais da saúde, gestores e sociedade em geral. A proposta do evento é ampliar a atuação das pessoas com autismo, além de abrir o debate sobre os diversos aspectos do TEA.

Isabela Teixeira da Costa

Dia Mundial das Doenças Raras

Hoje, é o Dia Mundial das Doenças Raras e pessoas que sofrem com algum tipo de doença assim, enfrentam dificuldades para conseguir diagnóstico e tratamento.

Ilustração Son Salvador

Cada dia que passa me surpreendo com as datas especiais que são criadas. Sei que é a maneira de os profissionais de comunicação e de marketing darem destaque a um determinado tema para o qual a mídia não dedica muito espaço, e na maioria das vezes não dedica espaço nenhum.
O grande problema é que o volume de dias especiais tem crescido tanto que o tiro tem saído pela culatra, pois fica difícil dar destaque para tanta coisa. A cor dos meses para voltar o olhar para determinadas doenças são tantas, que ninguém mais consegue se lembrar nem da cor, nem do seu mês e muito menos da doença que ela representa. Os que vingaram mesmo foram o outubro rosa e o novembro azul.
Porem, recebemos um material sobre 28 de fevereiro que – não fazia ideia que existia essa data – é o Dia Mundial das Doenças Raras. Penso que, quando se trata de saúde, é sempre bom destacar e alertar a população sobre o tema. Sejam novos tratamentos ou até mesmo doenças pouco conhecidas, pois isso pode ajudar muita gente.
São aproximadamente 420 a 560 milhões de pessoas que sofrem com algum tipo de doença rara e enfrentam dificuldades para conseguir diagnóstico e muitas vezes o tratamento, que costuma ser bem caro.
No material enviado, foram destacadas duas enfermidades, claro, bem raras. Uma é a distrofia muscular de Duchenne (DMD), e a outra, é a atrofia muscular espinhal (AME). Este ano, o destaque para a data é o marco de 150 anos desde que os sinais e sintomas da DMD foram descritos e publicados pela primeira vez pelo neurologista francês que deu nome à doença.
A DMD é uma doença genética rara e fatal que ocorre principalmente em meninos. Ela resulta em degeneração e fraqueza muscular progressiva desde o início da infância, levando à morte prematura em meados da faixa etária dos 20 anos por insuficiência cardíaca e respiratória. Desde as observações de Duchenne, em 1868, muitas pesquisas avançadas foram realizadas, e tratamentos estão agora disponíveis ou em fase de pesquisa e desenvolvimento. Hoje em dia, meninos com a doença vivem por mais tempo. Entretanto, ainda existe uma oportunidade significativa de melhorar o tratamento médico desses pacientes por meio do diagnóstico precoce.
Os sinais e sintomas da DMD normalmente aparecem na primeira infância e podem incluir: dificuldade para sentar-se sozinho; dificuldade para ficar de pé; quedas frequentes e demora para começar a andar até 18 meses. A distrofia muscular de Duchenne afeta aproximadamente 1 em cada 3.500 nascimentos de meninos no mundo inteiro.
Já a atrofia muscular espinhal (AME) é uma das mais de 8 mil doenças raras conhecidas no mundo e afeta aproximadamente de 7 a 10 bebês para cada 100 mil nascidos vivos. No Brasil, não há um levantamento que indique o número exato de pessoas afetadas pela doença. Ela pode começar a se manifestar em diferentes fases da vida e, quanto mais cedo aparecem os primeiros sintomas, maior é a gravidade da doença. Todos os sinais e sintomas têm como base a fraqueza, atrofia (diminuição de tamanho) e hipotonia (flacidez) musculares.
A AME é uma doença neuromuscular genética rara, com padrão de herança autossômico recessivo. Os principais sinais da doença são fraqueza muscular progressiva, simétrica (nos dois lados do corpo); hipotonia e atrofia muscular; dificuldade em controlar e movimentar a cabeça, sentar, engatinhar e caminhar; respiração e deglutição também podem ser afetadas. A AME não afeta a cognição, ou seja, a atividade intelectual é totalmente preservada. O diagnóstico de AME só é feito de forma conclusiva através de um teste genético específico.

Isabela Teixeira da Costa

Coluna Publicada no Caderno Em Cultura do Estado de Minas

Cirurgia plástica novamente em pauta

Retomo  o tema de profissionais de outras áreas e médicos de outras especialidades que fazem procedimentos estéticos.

Semana passada escrevi um artigo falando sobre a questão de profissionais de outras áreas e médicos de outras especialidades estarem realizando procedimentos da área de cirurgia plástica e estética. Recebi inúmeros elogios tanto de médicos quanto de leitores de uma forma geral, mas também fui bombardeada pelos otorrinolaringologistas, que se sentiram desprestigiados com o artigo, afirmando que foram citados de forma pejorativa no texto.
Não era a minha intenção ofender nenhum profissional em questão e muito menos a categoria. Respeito muito todos os profissionais, principalmente os médicos. Considero uma das profissões mais bonitas e importantes, afinal cuida da nossa saúde. Inclusive, tenho um irmão que é médico. Em nenhum momento me referi de forma desrespeitosa aos médicos, ao contrário, ainda ressaltei que, apesar de exercerem práticas que, na minha leiga opinião, estão fora de suas especialidades, tinham conhecimento por serem médicos, ao contrário dos odontologistas. Deixei isso claro no artigo anterior.
Recebi material da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-facial informando que a otorrinolaringologia é uma das especialidades mais amplas que tem dentro da medicina, pois os profissionais fazem três anos de especialização médica na área, com estudos em cirurgia cérvico-facial. Isto, segundo informações enviadas, engloba otologia (anatomia, fisiologia e patologia da orelha), bucofaringolaringologia e cirurgia da cabeça e pescoço, rinossinusologia (afecções da cavidade nasal), otorrinolaringologia pediátrica, cirurgia craniofacial e base do crânio, além de cirurgia plástica facial.
Em função dessa ampla formação, criaram a Academia Brasileira de Cirurgia Plástica da Face – citei isso no artigo anterior –, e por isso estão capacitados para fazer procedimentos estéticos. Novamente ressalto que, em meu leigo entendimento – como eles mesmo se referiram –, pensei que eram especializados em cirurgias reparadoras, como a correção de lábio leporino, fenda palatina etc. Por sinal, são craques nessas questões e temos a sorte de ter, aqui no país, um dos melhores centros do mundo para tratar dessas deformações, que é o Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo (HRAC/USP), Centrinho, de Bauru, interior de São Paulo, que é publico e oferece tratamento gratuito.
O chefe da Clínica de Otorrino do Hospital das Forças Armadas de Brasília, Oswaldo Nascimento, enviou um material com sua opinião da importância de otorrinos e cirurgiões plásticos viverem em harmonia, como ocorre, segundo informou, na Academia Americana de Cirurgia Plástica Facial e também na Europa. Em entrevista cedida para revista especializada, o otorrino informou que o Brasil talvez seja o único país com medicina terciária de alto nível onde essa discussão progride. Para ele, a celeuma nada mais é que questões corporativistas e de reserva de mercado.
Sem saber, acho que mexi em um vespeiro, porque muitos cirurgiões plásticos – inclusive de outros estados – enviaram mensagens agradecendo o artigo, ressaltando a coragem de levantar a bandeira para esse problema. Não quis, em nenhum momento levantar bandeira e nem tão pouco acirrar uma discussão, apenas abri espaço na coluna, que já tem costume de dar voz aos leitores que sempre enviam sugestões.
Foi com base em muitos casos relatados que escrevi o artigo, a propósito, registre que não foi escrito pela titular desta coluna, que está de férias e sim pela interina que assina no pé do texto. Casos que serviram de base e ideia foram omitidos para evitar expor pacientes e profissionais.

Isabela Teixeira da Costa

Como vencer a preguiça após o carnaval ou A arte de procrastinar

Depois de muitos dias de feriado a tendência é ter muita preguiça para voltar à rotina e procrastinar as tarefas. Como superar isso?

Não importa se você se acabou no carnaval ou curtiu quatro dias de descanso, no marasmo. Pulou e dançou todos os dias? Se acabou e bebeu todas? Está de ressaca e com os pés cheios de bolhas? Ou ficou em casa curtindo filmes, foi para casa de campo, hotel fazenda, SPA, ou praia? Ficou só na sobra e água fresca e dormindo ao som da chuva? Seja lá como passou o feriado de carnaval o fato é que retomar a rotina depois de quatro dias parado dá uma preguiça enorme. Temos a tendência de deixar para depois atividades no trabalho que exigem mais concentração.

Mas como vencer a “preguiça” e deixar de procrastinar e nos tornarmos mais produtivos no trabalho?

O ato de deixar para amanhã tarefas difíceis e que tiram a mente da zona de conforto é algo orgânico. Ou seja, todos os seres humanos são programados biologicamente para procrastinar e isso ocorre porque o ato de deixar para depois têm haver com o medo e o medo existe desde o nascimento. Medo da tarefa não ficar boa, medo do cliente não gostar do que vamos entregar medo dos colaboradores que fazemos a gestão, medo de não ter retorno com a franquia ou com o próprio negócio, etc.

A Universidade do Colorado (EUA) divulgou recentemente que procrastinação e impulsividade podem ser agravadas por questões genéticas. Outro estudo feito pela Universidade de Carleton, no Canadá, mostra que procrastinar afeta a nossa saúde física e mental, e as pessoas que o realizam com frequência tendem a ter mais dores de cabeça e contraírem gripe mais fácil. Deixar para o dia seguinte uma atividade que pode ser feita sem interrupções pode ser algo positivo. Por isso, que procrastinar não é algo necessariamente ruim. O que a torna um hábito nocivo é o excesso dela, ou seja, quando vira rotina.

Leiza Oliveira, CEO da rede Minds Idiomas se aprofundou no tema para reduzir a procrastinação na empresa e na sua própria rotina, e descobriu cinco formas de acabar com a procrastinação no trabalho:

Combata a sua insegurança – Tem pessoas que tem medo do sucesso e não percebem. O primeiro passo para combater o “deixar para amanhã” é se observar. Vale escrever em um papel como se sente no momento em que aparece a preguiça. Dessa forma, terá refletido racionalmente sobre os seus sentimentos e fica mais fácil enfrentar as inseguranças. Outra dica é fazer terapia e conversar com amigos.

Não abuse da sua força de vontade – Desde que somos crianças ouvimos dos nossos pais e professores que com força de vontade é possível conquistar o mundo. É verdade que ela tem um papel fundamental na conquista dos objetivos, mas ela se esgota. Isso porque a força de vontade está ligada a energia cerebral e como sabemos a nossa mente fadiga após algum tempo sendo usada. O que te mantêm de pé de manhã, depois da noite mal dormida, produzindo bem e entregando resultados são os objetivos pessoais. Por isso, crie os objetivos de curto, médio e longo prazo. Comece devagar com eles. Com objetivos traçados fica mais fácil controlar a ansiedade e não se culpar quando a força de vontade acabar.

Deixe abas de aplicativos fechadas e mantenha o celular longe – Essa dica parece ser óbvia, mas é a mais difícil de conseguir praticar. Isso ocorre porque muitas profissões dependem das respostas instantâneas. Todavia, é comprovado que os seres humanos não são multitarefas e quando o fazem acabam não tendo foco e o resultado da entrega é duvidoso. Logo, avise clientes, parceiros, fornecedores e até seu chefe que nem sempre estará de olho nas telas. E caso seja algo urgente, que podem te ligar. Telefonar está cada vez mais escasso, mas em tarefas como planejar, lidar com números ou mesmo escrever um texto, se manter longe dos eletrônicos é uma lição de ouro para completá-las. Vale estabelecer uma rotina de a cada duas horas de atividade, um descanso de 20 minutos, que envolva mexer no celular e\ou tomar um café.

Coloque deadline\prazo para as suas tarefas – Vale colocar em uma planilha e acompanhar as suas tarefas diárias. Ao final do expediente terá o que executou no decorrer do dia e poderá até fazer um relatório semanal para usar como folow up ou\e enviar ao seu gestor.

Pratique Mindfulness no trabalho – Não digo para meditar todos os dias. Se você conseguir fazer isso, ótimo! Mas esse última dica tem haver com o ato de manter os cinco sentidos no presente. A mente é elástica, por mais que no começo pareça difícil colocar a audição, visão, tato, paladar e olfato no presente, a prática tornará isso em hábito. O Mindfulness traz a concentração, a concentração leva ao desenvolvimento da tarefa e à sua conclusão. Ao finalizar as suas atividades, sem procrastinar, elevará a sua satisfação mental e o seu sucesso profissional.

Isabela Teixeira da Costa – crônica publicada no jornal Estado de Minas 14/2/18, no Caderno EM Cultura

Alimentos que ajudam a desintoxicar o corpo

Que tal fazer um detox em casa apenas inserindo na sua alimentação alguns tipos de alimentos que ajudam a desintoxicar o corpo? Você se sentirá mais leve e cheia de energia.

Nas férias geralmente abusamos das comidas, porque a maioria das pessoas viaja e, é claro, aproveita para provar o que há de bom na região. Quem fica em na rotina, como o ritmo costuma ser mais ligth, aproveitar para ver os amigos e geralmente esses encontros se dão em torno da mesa.

Agora está na hora de voltar à forma que estava antes de iniciar as comemorações. Pensando nisso, Camila Cardinelli, nutricionista da clínica de medicina esportiva M. Albuquerque, listou alguns alimentos que podem te ajudar a fazer uma faxina no nosso organismo. “A inclusão desses alimentos auxiliam diretamente nesse processo. Alimentos que atuam no processo digestório, no melhor funcionamento hepático, imunológico, e com propriedades anti-inflamatórias, anticancerígenas são inseridos para combater os radicais livres e fazem com que o organismo volte ao equilíbrio”, conta Camila.

Confira os alimentos:

Alcachofra

Ajuda no funcionamento do fígado e aumenta a produção de bile no fígado, para facilitar na digestão dos alimentos.

Aspargos

É um alimento antioxidante, com função anti-aging (combate ao envelhecimento), anticancerígeno e anti-inflamatório.

Água

Essencial para a eliminação das toxinas do corpo e hidratação.

Alho

Atua aumentando as defesas do sistema imune.

Aminoácidos

L- acetilcisteína e metionina tem ação direta no sistema hepático e potencializam a desintoxicação.

Beterraba

Ajuda na eliminação de toxinas do organismo, no combate ao excesso de radicais livres, e consequentemente desempenhando ação anticancerígena.

Brócolis

Potente antioxidante, ele atua diretamente nas enzimas do organismo e facilita a eliminação de toxinas.

Chá Verde

Muito rico em antioxidantes. É um alimento muito efetivo no combate aos radicais livres, além de ser capaz de silenciar diversos tipos de câncer e acelerar o metabolismo.

Couve

Melhora o funcionamento dos rins. É rica em muitos antioxidantes e tem propriedades anti-inflamatórias.

Capim-Limão

Tem ação no melhor funcionamento do fígado, rins e no trato digestivo. Melhora a circulação e digestão.

Dente-de-leão

Planta que desobstrui as vias biliares. O chá de dente-de-leão facilita o fluxo do suco biliar, que atua na digestão das gorduras. A planta é utilizada para prevenir hepatite e auxilia na recuperação da inflamação do fígado.

Erva de Trigo

Com propriedades alcalinas, ele auxilia na saúde do fígado e controla os níveis de açúcar no sangue.

Gengibre

Ajuda na função hepática, e tem propriedades adstringentes.

Gema de ovo

Contém colina, vitamina fundamental no processo de desintoxicação.

Limão

Com propriedades alcalinas e digestórias, o alimento não pode ficar de fora de uma dieta detox.

Maçã

Possui alta ação adstringente, ativa a liberação da bílis e elimina toxinas.

Repolho

Ajuda na redução do colesterol e no melhor funcionamento do intestino, atuando portanto no processo de eliminação de toxinas.

 

Dicas para transformar metas de saúde em realidade

Muita gente traça meta para emagrecer na passagem do ano. Segue orientação de especialistas e dicas práticas para conseguir transformar este objetivo em realidade.

O ano acaba de começar, as férias estão acabando, e inicia também a disposição para mudar de vida e cuidar um pouco melhor da saúde. A adoção de uma alimentação mais saudável e a prática regular de atividades físicas são os maiores aliados e, para conseguir alcançar as metas desejadas, é importante seguir a orientação de especialistas.

O clínico geral e nutrólogo da Unimed-BH, Flavius Marinho Vieira, recomenda: as mudanças na rotina devem ser gradativas e combinar alimentação e comportamento. “É preciso trabalhar a melhoria dos hábitos alimentares, sem entrar em dietas mirabolantes, pois elas podem desencadear problemas como distúrbios hormonais ou metabólicos”, alerta. Segundo o especialista a adoção e o comprometimento com novos hábitos são determinantes para transformar esse sonho em realidade. “É preciso ter cuidado com as permissões e compensações que fazemos diariamente, pois incorremos no risco da auto sabotagem”, explica, reforçando a importância da hidratação diária.

Outro ponto fundamental para quem deseja chegar ao fim de 2018 com essa resolução cumprida é a inclusão de uma atividade física na  rotina. O educador físico Diogo Fiorin, recomenda que o início da prática seja planejado e prazeroso. “Essa fase inicial é determinante para o sucesso da meta. É preciso encontrar algo que você realmente goste e que seja possível de agregar à sua rotina. Comece com atividades com intensidade leve a moderada. Se a princípio vai ser uma vez por semana, não faz mal. O importante é ingressar no mundo da atividade física, só depois alteramos variáveis dentro do conceito FITT  – frequência, intensidade, tempo e tipo – para que o exercício continue dando resultados e melhore sua aptidão e estado de saúde”, orienta.

Segundo Diogo, um dos grandes desafios na busca por esse objetivo é manter a motivação do aluno ao longo do ano. A busca por resultados de curto prazo é outro fator que deve ser esquecido por quem deseja ter uma vida mais saudável. “Fazer atividade física não é algo natural, mas é necessário.  Somos enganados frequentemente por programas e aparelhos que prometem resultados em pouquíssimo tempo. Os resultados são diários, mas, muitas vezes, não são aparentes fisicamente no início. Logo depois do treino você já percebe alterações positivas em indicadores importantes para a saúde, como a pressão arterial e a glicemia.”, afirma.

Nove dicas para a adoção de uma vida mais saudável:

– Combine alimentação, atividade física e comportamento;

– Não adote dietas milagrosas, elas trazem riscos;

– Hidratação é fundamental;

– Cuidado com as permissões diárias no cardápio;

– Invista em uma modalidade que você gosta;

– Busque o apoio e a companhia de pessoas do seu convívio – isso ajuda a persistir;

– Coloque a atividade física dentro da sua rotina: escolhendo o melhor horário e local;

– Comece devagar;

– Busque orientação profissional.

 

A importância da autoestima para a perda de peso

Acompanhamento psicológico para melhorar a autoestima e adotar hábitos saudáveis auxiliam no desafio da perda de peso.

A obesidade é um problema de saúde cada vez mais grave no mundo, e o Brasil não está ficando atrás nessa estatística negativa. De acordo com um estudo financiado pela Fundação Bill & Melinda Gates, o país ocupa a quinta posição entre os países com mais pessoas obesas do mundo, atrás de Estados Unidos, China, Índia e Rússia, respectivamente. Segundo dados levantados pela pesquisa, 11,7% dos homens brasileiros são obesos, enquanto a porcentagem feminina chega a 20,6%.

“A obesidade é fator de risco para problemas como diabetes tipo 2, hipertensão, esteatose hepática (gordura no fígado) e doenças cardiovasculares, neurológicas, ortopédicas e gastrointestinais”, enumera a nutróloga e vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Funcional e Estilo de Vida, Vânia Assaly.

A nutróloga também destaca a relação do excesso de gordura corporal (índice de adiposidade) com uma maior incidência de algumas enfermidades. “O aumento da quantidade e do volume e de células de gordura leva à inflamação dos tecidos e órgãos internos, podendo ser a causa de muitas doenças crônicas”, explica.

Um dos problemas ocasionados pela obesidade, a autoestima baixa pode dificultar o emagrecimento ou a manutenção do peso, fazendo com que a pessoa corra o risco de readquirir os quilos perdidos. É o famoso efeito sanfona pelo qual a grande maioria das pessoas acima do peso passa, sempre que fazem regime, principalmente quando usam medicamentos para auxiliar na perda de peso. Isso ocorre pela insegurança e desmotivação diante dos desafios como perder peso e continuar com uma rotina de dieta equilibrada e atividades físicas, até porque nem todos fazem os exercícios.

Cuidar da autoestima traz benefícios para o bem-estar, pois o aumento da confiança e da determinação faz com que o indivíduo fique mais atento ao seu corpo e tenha hábitos saudáveis, com dietas equilibradas e exercícios. Uma pessoa angustiada, por outro lado, pode utilizar a alimentação como válvula de escape, comendo mais do que necessita.

Esse tipo de comportamento acaba criando um ciclo vicioso: ao se sentir frustrada com o próprio corpo, a pessoa sabota a dieta, come alimentos altamente calóricos que a levam a ganhar ainda mais peso. Nesse ponto, a falta de estímulos leva à desistência e os problemas de saúde decorrentes disso tendem a aumentar.

A autoestima baixa pode ser contornada por meio de tratamento psicológico. Quando o obeso compreende que existem outras fontes de prazer além do alimento, ocorre uma mudança comportamental.

Quem me segue sabe que era obesa, e emagreci por que fiz cirurgia bariátriaca. Antes, toda vez que entrava em um regime, não entendia uma coisa que fazia com frequência: toda vez que emagrecia o suficiente para as pessoas notarem,  sempre que alguém dizia o quanto eu estava bem e como havia emagrecido chegava em casa e comia muito, e geralmente coisas que engordavam. Semana passada, saí com algumas amigas e conversando com uma delas, ela contou que faz a mesma coisa. Foi a primeira vez que encontrei alguém como eu. Ou pelo menos, alguém que assume como é. Isso é algo para tratar no divã, mas custei a enxergar esse problema, uma verdadeira autosabotagem.

Depois que emagreci, não sei se fiquei mais atenta ou se as pessoas passaram a me relatar mais casos de outras pessoas que perderam muito peso, porém já fiquei sabendo de algumas pessoas que perderam 30, 40 e até 60 quilos apenas com regime e malhação (musculação, ginástica, corrida), e mantiveram o novo peso. Mas essas pessoas só tomaram essa atitude pra valer depois que viram exames clínicos que apontaram como a saúde estava frágil e comprometida em consequência da obesidade. Então, porque deixar chegar a este ponto? O ideal é correr atrás do prejuízo antes que seja trade demais.

Neste mundo onde sempre descobrem algo novo na alimentação que ajuda ou atrapalha na saúde, os nutrólogos indicam, com sucesso um coadjuvante no processo de perda de peso, o extrato de café verde. Segundo Vânia é uma opção natural eficiente quando aliado a um estilo de vida saudável por ser rico em ácido clorogênico, que reduz o acúmulo de gordura. Existem várias opções no mercado e um laboratório lançou recentemente o Svelim, produzido a partir do extrato purificado de café verde com alta concentração de ácido clorogênico, picolinato de cromo e óleo de cártamo. O produto age no metabolismo e ajuda a manter a boa forma com baixo teor de cafeína.

Isabela Teixeira da Costa

Depressão infantil

Crianças estão sofrendo de depressão e os casos dobraram nos últimos dez anos. É assustador.

Sabe aquelas coisas que nunca passam pela sua cabeça? Pois  bem, tomei conhecimento do lançamento de um livro que aborda a depressão infantil. Isso me alertou para um fato sobre o qual nunca pensei. Por sinal, nunca soube que criança sofresse de depressão e isso, além de me preocupar bastante, me chocou.

Nos últimos 10 anos, o índice de crianças entre os 6 e 12 anos com depressão saltou de 4,5% para 8%, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Ou seja, o mal do século tem atingido até aqueles que deveriam estar se preocupando apenas em brincar, mas ao invés disso, estão colocando as pressões contemporâneas sobre ombrinhos tão pequenos.

Mas será que a culpa disso é da correria obrigatória dos tempos atuais, que abala o psicológico de todos, inclusive das crianças? Afinal, não são as próprias pessoas que criam esse ritmo frenético? Ou elas não têm escolha e precisam se adequar ao sistema? Denise Seixas, autora de A Essência da Mulher, traz questionamentos sobre a saúde mental do ser humano desde a infância, período essencial na formação da personalidade.

Os primeiros anos da infância são fundamentais para o desenvolvimento emocional de uma pessoa. Nessa época, a linguagem é essencialmente física e, por essa razão, o afeto, o carinho e o tom de voz, por exemplo, geram marcas que permanecerão por toda a vida.

A depressão infantil é caracterizada pela presença dos seguintes sinais e sintomas, os quais podem se apresentar de forma mascarada: baixo desempenho escolar, pouca capacidade para se divertir (anedonia), sonolência ou insônia, mudança no padrão alimentar, fadiga excessiva, queixas físicas, irritabilidade, sentimentos de culpa, sentimentos de desvalia, sentimentos depressivos, ideação e atos suicida, choro, afeto deprimido, facies depressivas, hiperatividade ou hipoatividade.

Apesar do atual modo de viver afetar as pessoas involuntariamente, os pais e a família ainda são os fatores mais importantes na vida de uma criança. Em sua obra, Denise ensina sobre o quanto o exemplo e o comportamento do adulto são essenciais para criar um filho feliz, que acredita em si mesmo e é estimulado a superar seus limites. Posteriormente, a criança que é amada e encorajada torna-se um adulto saudável em todos os aspectos, até mesmo nos dias de hoje.

Segundo os estudos de Nissen em 1970 e de outros autores posteriores a ele, as causas que levam crianças à depressão estão relacionadas a problemas familiares. Os problemas conjugais; financeiros; a cobrança exagerada por parte dos pais e da sociedade em relação ao desenvolvimento da criança; a falta de contato da criança com os pais em função de suas responsabilidades profissionais e necessidades de sobrevivência, o que impede que haja um vínculo afetivo positivo, são fatores que contribuem para o aumento da possibilidade das crianças desenvolverem transtornos, sendo a depressão infantil um deles, e que afeta diretamente o desenvolvimento psicossocial e acadêmico da criança.
Além disso, podemos destacar outros fatores que causam a depressão infantilI: a morte de um dos pais, dos avós ou de um ente querido muito próximo, maus tratos dentro da família; filho indesejado, filho somente de um dos pais; alcoolismo, entre outros.

“A prevenção passa pelo conhecimento da dinâmica familiar. A prevenção ideal seria orientar os pais para estabelecerem laços mais afetivos com os filhos, estimulando-os em seu desenvolvimento psicossocial. Sabemos que é uma meta muito difícil de ser atingida, pois os problemas sociais e econômicos que essa família vivencia são alheios a sua vontade, que somados aos problemas conjugais e a separação dos casais, esses problemas aumentam consideravelmente, acarretando grandes conflitos nos filhos, principalmente, os menores. São, como podemos ver, problemas que geram causas, que na maioria das vezes, os próprios pais são impotentes para solucioná-los”, explicam os professores Genário e Adriana Barbosa, especialistas no assunto .

Isabela Teixeira da Costa

Fonte: pediatriaemfoco.com.br

Estresse pode interferir na saúde do coração

Aprenda a combater o estresse e saiba como pequenas atitudes diárias podem ajudar a prevenir doenças cardiovasculares.

Você sabia que tensões emocionais podem contribuir para o aparecimento de doenças cardiovasculares, sendo estas as principais causas de morte no mundo? Estudos mostram que o estresse pode provocar redução do fluxo sanguíneo para o coração, levando-o a bater de forma irregular aumentando a chance de coagulação do sangue, o que pode ocasionar o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
Muitas pessoas passam sempre por situações estressantes e não percebem. Preocupações diárias com problemas pessoais, excesso de trabalho, insegurança, frustrações, pressão, etc, podem desencadear reações no organismo como dores de cabeça, nas costas ou no estômago. Além disso, também podem diminuir a disposição ao longo do dia e causar insônia, mau humor e descontrole.
Segundo o médico José Rocha Faria Neto, professor titular de cardiologia da PUC-PR, uma situação estressante faz o corpo liberar adrenalina, hormônio responsável por aumentar a respiração e a frequência cardíaca, alterando a pressão arterial.
“Embora a resposta que caracteriza o estresse seja necessária frente a um estímulo agressor, o estresse crônico é bastante prejudicial. Quando as tensões emocionais são constantes, seu corpo permanece em alta velocidade por dias ou semanas. Independentemente da causa, que pode ser um problema de saúde na família, questões financeiras ou relacionadas ao trabalho, o estresse crônico é um reconhecido fator de risco para doenças cardiovasculares, em especial infarto e derrame”, explica Rocha.
Segundo a Associação Americana de Cardiologia, oito perguntas simples podem identificar o quanto o estresse pode estar te atrapalhando:

Quando está nervoso, consome alimentos para se acalmar?
Faz as refeições muito rápidas ou até pula algumas?
Ingere bebidas alcoólicas ou fuma diariamente?
Quando está nervoso você fica agitado e acaba não fazendo o que deveria?
Costuma ficar no seu trabalho além do horário?
Costuma adiar seus compromissos e deixa para depois o que poderia ter feito antes?
Não está dormindo bem e no mínimo oito horas por noite?
Tenta fazer muitas coisas ao mesmo tempo e acaba não fazendo nada direito?

Ao responder as perguntas e identificar-se com alguns desses comportamentos, já pode significar que está passando por uma tensão emocional e não está lidando com o estresse da melhor forma.
Confira a seguir algumas dicas do dr. José Rocha Faria Neto para ajudar a combater o estresse e colaborar com a saúde do coração:
• Troque alimentos gordurosos e ricos em açúcar, por uma alimentação saudável e balanceada, diversificando o cardápio semanalmente. Pode incluir legumes, verduras, frutas, alimentos integrais e cremes vegetais ricos em gorduras “boas”, como as poliinsaturadas ou com fitoesteróis, componentes naturais encontrados em alimentos de origem vegetal, que auxiliam na redução da absorção de colesterol, quando associados a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis.
• Procure praticar exercícios físicos regulares. E, para pequenas atitudes diárias que podem fazer a diferença, utilize mais a escada do que o elevador no seu trabalho ou na sua residência.
• Faça exames regularmente e mantenha a saúde do coração controlada, por exemplo, monitorando os níveis de colesterol.
• Evite o cigarro e bebidas alcóolicas, que são dois dos principais fatores de risco que afetam a saúde do coração.
• Ao deitar-se para dormir, deixe de lado os problemas e as atividades do dia seguinte. O sono tranquilo é fundamental para um dia melhor.
• Pense positivo, por maior que seja o tamanho do problema. Praticar o otimismo diminui o estresse e pode evitar outras doenças.