Como anda seu metabolismo?

Foto tendenciademulher.com.br/reprodução
Foto tendenciademulher.com.br/reprodução

Na luta contra a balança, um grande vilão é o metabolismo. Em algumas pessoas é para lá de lento, e em outras, mais sortudas, é mais acelerado. Isso faz toda a diferença na perda de peso.

Tenho uma colega que era obesa e decidiu fazer a cirurgia bariátrica. Foi na médica e quando questionada sobre sua alimentação disse que não comia muito, era mais de salada, carne, etc. A médica – calejada de ouvir discursos mentirosos dos clientes que tendem a esconder seus excessos –, não deu crédito ao seu relato. Pensou se tratar de mais uma que escondia a quantidade de doces e carboidratos que ingeria em horários impróprios.

Cirurgia feita. Nada do emagrecimento esperado. Enquanto um paciente normal emagrecia quatro a cinco quilos, ela perdia 200 a 300 gramas. Só então a médica decidiu pesquisar o que estava ocorrendo e descobriu que ela tinha metabolismo baixíssimo e então acreditou que ela comia pouco. Resumo da história: minha amiga tem que fazer uma ginástica especial, com personal, para acelerar seu metabolismo. Hoje, está magra, mas não pode se descuidar.

É bom ficar atento, seja para emagrecer ou ganhar massa muscular. O bom funcionamento do metabolismo é fundamental, pois está diretamente ligado à queima de gorduras. Algumas dicas para acelerar o metabolismo:

 

1 – Faça exercícios aeróbicos e musculação – gastam muita caloria, estimulam a circulação, a queima de gorduras e a aceleração do metabolismo.

2 – Durma bem – uma noite tranquila é importante para que o corpo tenha a disposição para manter o metabolismo ativo.

3 – Coma de três em três horas – passar grandes períodos sem se alimentar faz com que o corpo trabalhe em um ritmo mais lento. O metabolismo se adapta à quantidade de energia que é fornecida a ele. Entre as refeições, coma frutas, queijos magros, iogurtes ou grãos integrais.

4 – Consuma grãos integrais – os grãos integrais têm mais fibras, o que faz com que sejam digeridos por mais tempo, fornecendo energia prolongada e facilitando a queima de gorduras. Melhoram o funcionamento do intestino e do sistema digestório em geral.

5 – Tome café da manhã – A primeira refeição do dia é uma das mais importantes, já que ela oferece a energia necessária para o funcionamento do organismo. Por isso, aposte em combinações de frutas, grãos integrais e proteínas. Se for praticar exercícios físicos de manhã, insira no cardápio os nutrientes necessários para suprir a carga que será gasta.

Isabela Teixeira da Costa

Menos é mais

Chegou a vez do minimalismo nas festas. Menos é mais.

Passando pelos corredores dos estandes de moda festa na última edição do Minas Trend, o que se viu foi bordado, dos pés à cabeça. Brilho, brilho, brilho e mais brilho. Profusão de brilho. É bonito, mas chega uma hora que cansa. Penso que as próprias estilistas, depois de ficarem mergulhadas uma semana nesse ambiente, também ficaram um pouco saturadas, a prova disso é que muitas das marcas lançaram uma linha festa seca, sem brilho nenhum. Com o lema: o menos agora é mais. A opulência deu espaço para o minimalismo moderno. As novas produções contemporâneas ganharam lugar em ambientes variados e revelaram que é possível estar elegante para um evento noturno sem precisar abusar do brilho. As coleções são quase clean, porque algumas estilistas não abriram mão da estampa.

Os comprimentos variam do curto ao longo passando pelo midi. Umas mais ousadas lançam a opção de macacões para festa, e outras a composição de saia e blusa, o que dá um toque mais para coquetel e menos festa. O importante é que tem para todo gosto e ocasião.

ITC

Mais uma ajuda contra o diabetes

Diabetes, doença crônica que precisa de cuidado e atenção.IdosoCH

Diabetes mellitus é uma doença crônica muito conhecida, caracterizada pelo aumento da glicose no sangue. Existem quatro tipos de diabetes: mellitus 1, que aparece na infância; mellitus 2, que surge por fatores genéticos ou maus hábitos de vida, como consumo exagerado de açúcar, sedentarismo ou obesidade; o gestacional, que surge durante a gravidez e depois do parto costuma desaparecer; e o diabetes insipidus, que não provoca alteração na quantidade de açúcar no sangue. Isto ocorre devido a alterações no sistema nervoso ou nos rins, que reduzem a produção de hormônio antidiurético, fazendo com que o paciente sinta muita vontade de beber água e urinar.

Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE, essa doença atinge 9 milhões de brasileiros – o que corresponde a 6,2% da população adulta. As mulheres, mais uma vez, apresentam maior proporção do que os homens: 5,4 milhões de diabéticos são mulheres e 3,6 milhões, homens. Os percentuais de prevalência por faixa etária são: 0,6% entre 18 a 29 anos; 5% de 30 a 59 anos; 14,5% entre 60 e 64 anos e 19,9% entre 65 e 74 anos. Para aqueles que tinham 75 anos ou mais de idade, o percentual foi de 19,6%.

A doença começa silenciosa, muita gente tem e não sabe. Quando descobre, a glicose já está acima dos 300 (o correto é ficar sempre abaixo de 100). Se não tratado, o diabetes causa insuficiência renal, amputação de membros, cegueira, complicações cardiovasculares como AVC (acidente vascular cerebral) e infarto.

Além dos problemas cardiovasculares, as articulações dos diabéticos costumam sofrer muito. A fisioterapia pode se tornar uma grande aliada na qualidade de vida dos pacientes que sofrem dessa patologia. O exercício  físico reabilita as condições motoras, mantendo a circulação ativa, o que é de extrema importância para o paciente, que sofre muito com lesões graves nos pés. A fisioterapia auxilia estimulando a movimentação e prevenindo contra ulcerações, por exemplo. O que tem evitado amputações.

Isabela Teixeira da Costa

Nise da Silveira

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Foto Vantoen Pereira Jr/Divulgação

Nise: O Coração da Loucura, é o mais recente longa estrelado por Glória Pires que dá um show, como de costume, sempre que interpreta.

O filme conta a história da psiquiatra alagoana Nise da Silveira (1905-1999) que revolucionou o tratamento de pessoas com problemas mentais, principalmente os esquizofrênicos.

A história inicia-se em 1944, quando a doutora Nise retorna ao trabalho no Centro Psiquiátrico Nacional Dom Pedro II, em Engenho de Dentro, Rio de Janeiro. Ela tinha sido presa durante o Estado Novo – a ditadura de Getúlio Vargas – ao ser denunciada por uma enfermeira por ter livros marxistas. Por não concordar com a forma de tratamento utilizado com os pacientes, o diretor colocou-a no Setor de Terapia Ocupacional.

Nise ajeita o espaço com ajuda de dois enfermeiros e começa a convidar os pacientes do Centro a entrarem. Dá início a um tratamento diferenciado. Aos poucos, algumas pessoas começam a ajudá-la. E o resultado vem de uma forma linda.

Os roteiristas conseguiram transformar a carreira de Nise da Silveira em uma história inspiradora. Transpuseram para a tela a atenção, sensibilidade e respeito ao ser humano que Nise demonstrava ao clinicar. Glória Pires sabe passar o sentimento que sua personagem vive em cada momento. O elenco trabalha muito bem, com verdade e sem caricaturas. Vale a pena assistir.

Para casa, o terror dos pais

Foto flickr.com
Foto flickr.com

Escolas extrapolam e mandam para casa que alunos não conseguem fazer sozinhos.

Há algum tempo, tenho acompanhado os casos de uma sobrinha às voltas com os para casa de sua filha. Como é muito engraçada, ouvia as histórias e ria muito. Em alguns momentos, chegava a pensar como ela podia reclamar. Afinal, mãe é para isso também, ajudar os filhos nas tarefas escolares.

Com o tempo, fui prestando mais atenção nos relatos e percebendo que ela tinha certa razão. O colégio manda uma criança de 6 anos fazer uma pesquisa sobre determinado assunto. O aluno está aprendendo a ler, não sabe usar a ferramentas de persquisa na internet. Mesmo que existisse enciclopédia em casa – já caiu em desuso – ela não saberia procurar. Resumo: esse para casa foi para a criança ou para seus pais?

O que o aluno estará aprendendo com essa tarefa, uma vez que ele não a executou? E por que dar uma atividade para os pais, que já são sobrecarregados de afazeres e poderiam aproveitar este tempo com o filho brincando, em vez de despertar neles a raiva de fazer um para casa, uma vez que já saíram da escola?

Saí para jantar com um grupo de amigos. No meio da conversa surgiu o mesmo assunto. O pai estava de mau humor porque ajudava o filho, de 6 anos, a fazer um para casa de seis folhas.

Pensei que não tinha escutado direito, perguntei para confirmar. O menino, de apenas 6 anos, tinha uma folha de para casa para cada ano de vida. Tudo para o dia seguinte. A mesa inteira ficou chocada.

As mães começaram a palpitar. Uma delas citou uma questão que veio em uma recente atividade de seu filho, que é poucos anos mais velho que o outro. Algo sobre elemento faltoso. Ou isso é novo na escola ou perdi essa aula. Nunca ouvi falar sobre isso (procurei no Google e não achei), ela também não. Engraçada que só, disse para o filho: “Elemento faltoso é o seu pai, ponto!”. (O pai em questão já morreu.)

Piadas à parte e sem querer chocar ninguém, o fato é que muitas das coisas que os filhos estudam hoje os pais não sabem mais, ou nunca souberam, porque entraram há pouco no “cardápio” do conhecimento. E não cabe a nós, pais, estudarmos, e sim aos filhos. Eles são os alunos. Os exercícios devem vir de forma que eles tenham capacidade de executar sozinhos. Próprios para cada idade.

Sempre estudei sozinha. Minha mãe me socorria quando tomava recuperação. Sempre em geografia e história, fato recorrente, porque sempre dormia sobre os livros quando estudava para as provas. Aí, na recuperação ela estudava comigo para me manter alerta.

Pergunto: O que passa na cabeça da pedagogia moderna para fazer esse tipo de coisa? Será que não percebem que não adianta muita coisa para a criança? Que ela não aprende por osmose?

Acredito que as escolas têm que exigir dos alunos – dos alunos, e não dos pais. O mundo está competitivo e a moçada está cada vez mais empurrando com a barriga. O desrespeito em sala de aula é grande e o desafio do professor é fazer com que o estudante se interesse pelo aprendizado desde pequeno. Fazer com que larguem o celular para prestar atenção na disciplina deve ser o objetivo principal de todo mestre. Acredito que o professor que conseguir desenvolver uma didática moderna, que desperte o interesse na geração Z de aprender dentro de uma sala de aula, terá grande chance de ganhar o Prêmio Nobel de Educação.

Isabela Teixeira da Costa

Luminárias da moda

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O rosa quartz está comandando a decoração desde o início o ano. Era a tendência para 2016 que se confirmou. Agradou em cheio. Opções de sofás, almofadas, cadeiras, poltronas, enfim, todos os itens de decoração foram lançados no tom do momento. Mas nem todo mundo pode repaginar toda a casa, trocar todos os móveis. Quem não gosta de ousar tanto pintando paredes – não é qualquer um que segura uma parede rosa em casa –, pode escolher detalhes como almofadas e adornos. Outra boa opção são luminárias.  Existem vários modelos no mercado, com design criativos e de bom gosto. Uma boa estratégia para dar um toque de modernidade na decoração, ficar na moda, e não ter que mexer muito.

ITC

Ser mãe

imageSer mãe! Hoje é Dia das Mães.

Não poderia deixar passar em branco essa data. Primeiro, porque sou filha; segundo, porque sou mãe e terceiro, porque acho esta homenagem mais do que justa e merecida.

Amo a minha mãe e sempre nos demos muito bem. Passei quase toda a vida ao lado dela. Moramos juntas várias vezes. Saí de casa no dia em que me casei. Voltei para casa quando me separei e foi ela quem ajudou a criar minha filha. Só nos separamos quando decidiu morar no sítio. Mas não cansa de me chamar para ir pra lá.

Ser mãe é uma função abençoada por Deus, se não fosse por ele, não teríamos filhos. Nos enche de felicidade, amor, alegria, preocupação, trabalho e culpa. Nunca me senti tão feliz quanto no dia em que soube que estava grávida, parecia que ia explodir. Deste dia em diante, começou um amor inexplicável dentro de mim que só cresce a cada dia. Quando acho que já está enorme, aumenta mais um pouco. Acredito que só as mães entendam isso. Propriedade exclusiva materna!

Alegria tive e ainda tenho em vários momentos com minha filha, e preocupação também. Acredito que continuarei a ter pelo resto da minha vida. Sei que Deus está cuidando dela, pois já a entreguei nas mãos dele, mas mãe preocupa se chega tarde, se não dá notícia, se a voz está diferente quando fala ao telefone…

Culpa sempre senti por causa do excesso de trabalho que me ocupou dias e noites fora de casa quando ela era pequena, e até alguns dias em finais de semana. Ainda ocupa. Minha filha soube superar isso, eu não. Hoje, quando me pede algo que não posso atender, sofro muito…

Educar filho é tarefa difícil. Creio que minha mãe fez um bom trabalho e eu também. Como consegui? Não sei. Acho que pela misericórdia de Deus. Certo dia estava com uma grande amiga da minha mãe, Helena de Castro. Luisa estava comigo. Não lembro direito o que Luisa fez, mas Helena disse: “Como ela é educada!”. Caí na gargalhada, e respondi: “Pegou!”. Vi que tinha feito alguma coisa certa, porque Helena sempre foi muito exigente e observadora.

Acho lindo as mães de coração, aquelas que por algum motivo não puderam ter filhos e optaram por adotar uma das tantas crianças que são abandonadas. Mês passado uma amiga, que aguardava há anos na fila, recebeu seu filho. Ficou numa alegria só. Vai apresentar a criança para as amigas na próxima semana. A família toda foi afetada de forma positiva. O amor inundou a todos.

Este pode ser o último dia das mães que passo com minha mãe e com minha filha. Meu coração está apertado. Com mãe, porque ela já está com 89 anos. Apesar de frágil, está com ótima saúde, mas sei que a idade conta. Com minha filha, porque está partindo para realizar seu sonho: ser missionária. Vai com a minha benção e a de Deus, que é a principal.

Talvez, essa seja a maior e mais difícil tarefa de mãe, criar um filho para o mundo. Minha única filha, querida, amada, amiga, companheira vai fazer o trabalho que o Senhor quer, com um sonho no coração de que eu a acompanhe. Porém eu ficarei aqui, cumprindo o meu papel de filha, pois sei que minha mãe precisa de mim. Cada uma, seguindo o seu caminho, enquanto for preciso.

Feliz Dia das Mães, a todas as mães!

Isabela Teixeira da Costa

Calvície é problema para mulher

calviceTem crescido o número de mulheres com problema de calvice.

O ditado “É dos carecas que elas gostam mais” pode funcionar muito bem para os homens, mas jamais será verdadeiro para as mulheres. O cabelo é considerado um dos itens de beleza da mulher, adorna o rosto. Não importa se curto, longo, chanel, anelado, ondulado ou liso, o importante é que ele está ali, compondo o conjunto facial feminino.

Trata-se de um elemento tão importante que são poucas as mulheres, vítimas de câncer, que, submetidas à quimioterapia, veem seus cabelos caindo e assumem o visual careca. Muitas usam lenço, às vezes para não incomodar as pessoas, mas a grande maioria opta por uma peruca.

O grande problema agora é que tem crescido muito o número de mulheres vítimas da calvície, que nada mais é que a redução total ou parcial dos cabelos em determinada região da cabeça, na maioria das vezes no alto. Isso afeta diretamente a autoestima.

Segundo a American Academy of Dermatology, de um total de 2 bilhões de pessoas no mundo que enfrentam os efeitos da calvície, mais de 100 milhões são mulheres. Por isso tem crescido o número de profissionais que se dedicam à tricologia, que é o ramo da ciência que estuda o cabelo e os problemas relacionados a ele.

Segundo Luiza Ottoni, dermatologista especialista na área, “o afinamento dos fios ou a miniaturização caracteriza o primeiro sinal da calvície, seguido pela redução da fase anágena (fase em que o fio permanece em crescimento no couro cabeludo), comprometendo a densidade normal dos fios. A evolução é lenta e a rarefação do couro cabeludo começa a ser notada de forma progressiva e difusa, poupando, em geral, apenas a linha frontal, próxima à testa. O quadro pode se iniciar na adolescência, mas vemos também casos que se iniciam após a menopausa”.

A calvície está relacionada à genética, pode ser reversível, desde que o dermatologista seja procurado no início do problema. “Os cabelos têm um ciclo de vida. É normal que caiam cerca de 50 a 120 fios por dia, que são naturalmente repostos. No caso da calvície feminina, de modo geral, a paciente não nota a queda acentuada no dia a dia, mas percebe a rarefação principalmente na área do meio do couro cabeludo. Em casos de queda acentuada, percebida pelo excesso de fios no travesseiro e durante o banho, deve-se investigar”, explica Luiza.

A profissional enfatiza que o primeiro passo é procurar um especialista, que fará a tricoscopia – exame que avalia, com ajuda de aparelhos, o couro cabeludo, e o aspecto dos fios para um diagnóstico correto e para definição do tratamento em cada caso.  Quando o tratamento é iniciado precocemente, aumentam-se as chances de um melhor resultado. Os tratamentos variam de acordo com cada caso e podem ser tópicos (soluções capilares) ou orais.

Nos casos mais graves, quando não há chance de reversão, existe a possibilidade de implante. Uma das técnicas mais usadas é a Extração de Unidades Foliculares (FUE), por meio da qual os fios são retirados da parte posterior da cabeça e implantados na área de perda capilar. De acordo com a doutora Cristiane Câmara Alves, em menos de sete dias percebe-se a cicatrização total da área transplantada. “O pós-operatório é bem tranquilo e quase indolor. Podem fazer o transplante homens, mulheres e até crianças’’.

Isabela Teixeira da Costa

Iogurte de Kefir: a bebida da saúde

foto: Healthyfoodhouse.com/Reprodução
foto: Healthyfoodhouse.com/Reprodução

Iogurte de kefir, o queridinho do momento.

Feito do cogumelo de kefir, probiótico cultivado no leite, excelente para a saúde. Já ouviu falar? Eu, nunca! Até outro dia, quando minha prima, Lucia Marina Castilho, depois de entrar no meu site e vasculhar as crônicas decidiu ligar e sugerir este tema.

Foi logo falando: “Escreve sobre cogumelo kefir. Já tomou iogurte de kefir?” Nem sabia do que estava falando, se era grego ou russo. Descobri que veio do Oriente, mas que recebeu de uma amiga francesa e desde então toma uma xícara do iogurte toda manhã.

Como ela mesmo se classificou: é idosa e obesa, filha de pai e mãe diabéticos. Tinha tudo para já estar com a doença, e nada. Completamente saudável. Não tem nem colesterol alto, para desespero de sua médica, que fica sem argumentos para exigir que emagreça.

Lu, como é chamada pelos amigos, tem certeza de que o bom resultado dos exames se deve ao uso constante do kefir. “Pode não curar o diabetes, mas que segura a doença, tenho certeza que segura”, afirma com segurança máxima. Pedi que me explicasse o que era.

Kefir é um micro-organismo vivo, assim como o Yacult. Não é comercializado, mas feito em casa, no leite de vaca, cabra, ovelha, soja, coco ou arroz. Pegue um pote de vidro, coloque 2/3 de leite em temperatura natural (18 a 30 graus),  coloque os grãos de kefir. Deixe um terço do pote vazio, para o ar. Tampe e deixe em temperatura ambiente por 24 horas. Os grãos vão fermentar e proliferar. Depois, é só coar e o leite terá virado um iogurte. Coloque na geladeira e estará pronto para beber. O sabor é agridoce, refrescante. Os grãos, depois de coados, podem ser colocados em outro leite e assim por diante. Eles não gostam de frio nem de metal.

Fui pesquisar os benefícios do kefir e descobri que é a bebida milagrosa. Cura tudo, melhora qualquer coisa. Acho que vou começar a tomar hoje mesmo. Vejam só: é bom para o sistema imunológico, melhorando a resistência contra inúmeras doenças com o coração e problemas circulatórios; regula a pressão sanguínea; regula o açúcar no sangue, melhorando o diabetes; reduz o processo de envelhecimento; alivia reumatismo, tira dores de extremidades e dores musculares; impede o aparecimento de câncer e pode até curá-lo em alguns casos.

E mais: melhora as funções hepáticas e tira problema de vesícula; alivia dores de cabeça e enxaquecas; cura bronquite, asma, tuberculose, elimina a tosse e tira o catarro, cura alergias; alivia músculos enrijecidos e relaxa os músculos da nuca; resolve problemas de insônia e tonturas; queima gorduras e melhora a tireoide; tira a acidez estomacal e resolve problemas digestivos e úlceras; ajuda em problemas de vista cansada e até casos de catarata.

Ainda: fortalece a raiz dos cabelos e evita a calvície; cura problemas renais, melhora a urina e elimina cálculos renais; baixa o colesterol, diminui a hipertensão e cura hemorroidas; se passar no rosto, cura a acne; resolve problema de prisão de ventre, diarreia, colites, candidíase, inflamações intestinais, é bom para males do cólon; é rico em cálcio, ajudando a evitar ou melhorar a osteoporose; é bom para o pâncreas e a próstata; melhora a ansiedade e a depressão, melhora o astral, dando mais alegria.

Depois de ler, tantas vantagens me remeteram àquelas “garrafadas” de antigamente que caixeiros viajantes vendiam prometendo curar desde verruga até doenças graves.

É ou não a solução para o século 21? Se o kefir fizer pelo menos um terço do que dizem, estamos feitos. E o melhor: é de graça. Os grãos são passados de uma pessoa a outra, e cultivados em casa.

Já existem alguns sites falando no assunto e a revista Encontro fez matéria, na sua edição digital, sobre o cogumelo que está virando o queridinho do momento – também não é para menos.

A indicação veio de uma pessoa confiável, veterinária experiente, que consome o produto há anos e comprova na sua vida os bons resultados. Uma coisa é certa: mal não faz, promete muita coisa boa, então vale a pena experimentar.

Isabela Teixeira da Costa

Café Coworking

BH sempre traz novidades. Recebemos o primeiro café coworking do país. Não é demais!

O Guaja Casa veio para inovar. O chef Pedro Mendes montou uma equipe de primeira comandada pelos chefs Vitor Rabelo, com especialização em gastronomia brasileira e Priscila Lucena, especialista em confeitaria e a bartender Cibele Guimarães, da Drinks por Jezebel. Juntos criam opções que vão desde o café da manhã e a mesa de lanches oferecida ao longo do dia para os frequentadores do café-coworking aos drinks, hambúrgueres e petiscos que garantem o sucesso do Bar do Convés.

O GUAJA Casa – inaugurado em fevereiro – é um projeto dedicado à comunidade criativa da cidade, com o conceito de coworking, oferecendo ambientes para o networking entre os frequentadores. A proposta é apresentar diferentes criações com a utilização de ingredientes regionais.

Suco Guaja
Suco Guaja. Foto brunosenna

Suco de Guaja – Quem visita o GUAJA Casa pode experimentar o exclusivo suco de guaja. A fruta fictícia foi criada para representar o projeto e faz parte, inclusive, de sua identidade visual, desenvolvida pela premiada Greco Design. A “guaja” é nativa da região de encontro do Cerrado com a Mata Atlântica, situação predominante na região metropolitana de Belo Horizonte. Para desenvolver o suco Cibele Guimarães buscou sabores que a remetessem à imagem da guaja: “me inspirei na aparência da fruta idealizada, sua cor, textura e os sabores a que ela me remetia.” O resultado foi um suco visualmente atrativo, de cor forte, rosado, com sabor que mistura acidez com leve doçura.

Café-coworking – Uma mesa de café com um buffet de lanches e confeitaria fica disponível

Foto bruno Senna
Foto bruno Senna

durante o horário comercial, com o intuito de deixar os coworkers à vontade, como se estivessem na própria casa. Segundo o chef Pedro Mendes, a escolha dos quitutes é feita para resgatar memórias do aconchego da casa e também da infância. “Montamos a mesa com alimentos integralmente produzidos na casa como pães de queijo, bolos, pães, biscoitos, granola, iogurtes, sucos, geleias e patês”, conta. Não é aberto ao público, apenas para usuários do coworking.

Bar do Convés (hamburgueria e drinks): A partir das 18h, parte do espaço e a área externa do GUAJA Casa se transformam no Bar do Convés, que funciona como hamburgueria artesanal,  oferecendo também uma variada carta de drinks. A ideia de trabalhar com hambúrgueres veio a partir do sucesso dos sanduíches criado por Pedro Mendes para o bar do Murinho, na  Alfaiataria. As opções criadas pelo chef passam por três linhas da cozinha: mineira, vegetariana/vegana e clássica. Todos com nomes bem criativos inspirados na arquitetura da cidade e pessoas que marcaram época. Na foto o vegano Sulacap, que reúne pão ciabatta, mix de cogumelos, crudité de cenoura e abobrinha, tomate sweet grape, passas, rúcula, broto de alfafa e molhos do chef.

ITC

Serviço

GUAJA Casa – Avenida Afonso Pena, 2.881, Funcionários – Belo Horizonte – MG
Horário de funcionamento: Segunda a sábado de 18h às 0h30
Informações: (31) 3235 – 9191