Escola de Princesas

pernacruzadaFoi chegando aos poucos, mas a Escola de Princesas pegou e ensina muito mais do que boas maneiras.

Com a vida corrida das mães e a modernidade despojada da contemporaneidade, uma atividade que tinha caído em desuso desde os anos 90 voltou e tem crescido no país, a Escola de Princesas.

A proposta passa pelo ensino de boas maneiras e etiqueta social, porém vai muito além, ensinado para as meninas princípios e valores. Como eles explicam, toda criança tem o sonho de se tornar uma princesa, mas isso não ocorre simplesmente usando um vestido extravagante e uma tiara brilhante.

Ser princesa é ter confiança para ser melhor, ter caráter e comportamento de princesa. “A Escola de Princesas é um projeto criado para levar ao coração de meninas valores e princípios morais e sociais que as ajudarão a conduzir sua vida com sabedoria e discernimento. É sobre tratar todos com bondade e generosidade, ter valores e princípios imutáveis independentes de modismos, assim como acreditar em si mesma e em seus sonhos”, explicam os idealizadores. Além do curso de etiqueta e comportamento, resgata valores éticos e morais em crianças e jovens de 4 a 15 anos.

Os cursos ensinam desde os valores, passando por organização, higiene pessoal, maquiagem, etiqueta, etc. E tem também espaço para festas e eventos, desde chá até festas maiores. Muito bem bolado. Acho a proposta interessante, porque tenho visto crianças tão mal-educadas e sem limites, e pais tão permissivos, que uma passadinha por lá iria fazer muito bem a elas.

Na minha época de adolescência, existia na cidade a Socila Escola (não confundam com a rede de salão de beleza). Pelo que sei, a carioca Maria Augusta Nielsen fundou a Socila em 1953 para ensinar moças a serem elegantes. Preparava para ser miss e modelo. Em 1954, aceitou o convite de Sarah Kubitschek – mulher do então presidente da República, JK –  para preparar as filhas Maria Estela e Márcia para o début em Versailles.

Pronto, ficou famosa. Teve sua profissão reconhecida. Abriu filiais Brasil afora, foi a precursora do franchising, e funcionou com todo o requinte até os anos 70. Aqui em Belo Horizonte, a Socila Escola ficou aberta até final da década de 90.

Tinha dois cursos: Aperfeiçoamento Social e Modelo. No primeiro, as meninas aprendiam etiqueta social, ou seja, chegar e sair de um ambiente, cumprimentar as pessoas, etiqueta à mesa: como servir uma mesa e se portar nela. Aquela história de qual talher para qual prato, qual taça para qual vinho, etc. No segundo, ensinavam postura, andar, desfilar, assentar e até mesmo como se vestir. Naquela época não podia passar de três cores; hoje, a moda mudou muito, as estampas dominam, mesmo assim não é para qualquer pessoa. E a combinação de sapato com bolsa era obrigatória. Ir à igreja com decotes grandes ou roupas curtas, nem pensar. Usar roupas chamativas para o trabalho era outro crime. Pelo que soube, as amigas Paula Couri e Beth Fontes reabriram, este ano, a Socila Escola em novo formato e ministram curso para grupos fechados.

Nunca frequentei a Socila porque minha mãe nos ensinou tudo isso, porém tive muitas amigas que fizeram o curso. Quando chegava a uma festa, percebia na hora quem era da Socila: assentavam com pernas cruzadas de lado e mãos postas do lado contrário com a bolsa. Tenho que confessar que me dava muita vontade de rir. Mas que era elegante, isso era.

Durante anos, o saudoso colunista social do Estado de Minas Eduardo Couri promoveu a festa Glamour Girl, onde era eleita a moça mais charmosa da alta sociedade belo-horizontina. Todas as oito candidatas tinham que passar pela Socila. Era lá que treinavam o desfile. Durante os meses que antecediam o concurso, vários casais abriam suas casas para grandes recepções em homenagem às garotas. Todas se portavam como verdadeiras ladies, by Socila.

Saudades daquele tempo…

Serviço:

Escola de Princesas BH
R. Terra, 271, Santa Lucia
Email: bh@escoladeprincesas.net
Fone: 31 3656 5877
Celular/WhatsApp: 31 98056196

Isabela Teixeira da Costa

Endorfina, ela existe?

crossfitTodos dizem que a endorfina é o hormônio do prazer. Mas ela existe mesmo?

Sou sedentária assumida. Mas sei que preciso fazer exercício físico. Não precisa ser muito, porém deve ser constante, quase uma rotina. Apesar do sedentarismo, sempre tentei fazer ginástica. Acredito que fui das melhores clientes de academia da cidade. Fazia o exame médico, matriculava, pagava o semestre, comprava roupa, ia umas quatro vezes e não voltava mais. Isso desde a minha juventude.

Quando malhar virou moda – põe tempo nisso –, acho que é a única que não sai de moda, os amigos começaram a falar que eu tinha que persistir, porque a endorfina chega e aí eu não conseguiria parar. Mas persistência e malhação são duas palavras completamente destoantes no meu dicionário.

Há três anos, fiz uns exames que deram alterados. Colesterol, glicose, triglicérides e pressão, sem contar nos quilinhos, que sempre foram acima do desejado, mas como sou inimiga da balança, não sei por qual casa eles andam. Diante desse cenário, não me restou outra alternativa a não ser pegar no pesado.

Comecei a caminhar, diariamente, uma hora em ritmo acelerado. Doía o corpo todo. Comentava com os amigos e todos me davam o maior apoio. E a fala era a mesma: “Daqui a pouco vai liberar a endorfina, vai dar uma sensação de energia, seu dia vai ser melhor. Você vai ter o maior pique. Vai viciar em ginástica. Daqui a pouco vai estar em uma academia, com personal”.

Acordo cedo, isso nunca foi problema. Mas ia caminhar parecendo que estava indo para a forca, falando para mim mesma: “A endorfina está vindo. Ela vai chegar”. Cinco meses depois, nada de endorfina. Bom, a tão famosa substância natural é produzida pelo cérebro, na glândula hipófise. Segundo dizem, ela acalma, relaxa e provoca aquela sensação de que nada pode nos tirar do sério. Durante e depois de uma atividade física gera bem-estar e prazer. É considerada um analgésico natural, reduzindo o estresse e a ansiedade, aliviando as tensões e sendo até recomendada no tratamento de depressões leves.

Das duas, uma: ou minha hipófise está com um sério defeito de fabricação e eu tenho que bater um papo com Deus, ou a endorfina me odeia. Eu e ela devemos ter uma total incompatibilidade de gênios. Depois de cinco meses de intensas caminhadas ela não deu nenhum sinal de vida. Nenhum trailer sequer, para avisar: “Estou chegando, continua firme”. Nada disso… Cansei e parei.

Sei que muita gente ama malhar. Minha irmã precisa fazer ginástica, ela se dá bem quando vai à academia, acho que é essa sensação de bem-estar. E como ela, conheço várias. Porém, conversando com outras amigas, descobri muitas que malham, mas não viram nem cheiro da endorfina. Continuam porque não abrem mão de um corpo saudável, de ficar magras, de manter a resistência física. Mas sofrem, vão para a academia como um boi vai para o matadouro. Não sou tão disciplinada assim.

Mês passado teve a corrida da Savassi. A Savassi Criativa e Academia BodyTech convidou umas pessoas para participar de um treinamento que englobava preparação física e nutricional. As pessoas malhavam lá, com acompanhamento médico e de personal, e almoçavam em um restaurante natural com orientação de um nutrólogo. Programa muito bacana. Um amigo meu participou, mas apesar de todo o treinamento, também não encontrou a endorfina. Deu muitas escapadelas e não conseguiu correr. Mas marcou presença.

Abro aqui, nos comentários, espaço para entendidos no assunto me orientarem em como me tornar amiga dessa substância que se mantém tão arredia.

Isabela Teixeira da Costa

Preto para criança

O preto é muito presente na moda feminina e masculina para adultos, mas na moda infantil a conversa é outra. Muitas mães se recusam, até mesmo, a olhar modelos nessa cor para suas crianças. Outras, mais modernas, até ousam, mas com timidez, apenas em uma ou outra peça, para compor o visual. Apesar de o rosa e azul estar sendo superado, ainda em ritmo lento, ainda existem muitas normas a respeito do que os pequenos devem ou não usar.  É comum ouvir que “precisam usar roupas alegres”, se referindo às cores fortes e estampas, mas isso não é uma regra. Sabendo montar uma produção de bom gosto a criança fica muito elegante e infantil com tons mais sóbrios, como o preto.

O inverno se aproxima, e os tons escuros são ótima opção por absorverem mais o calor, e manter a temperatura corporal.

Aos que não sabem como inserir peças mais escuras na produção infantil, aqui vão algumas dicas:

  • Misturar o preto com outros tons mais coloridos é uma forma de inserir cores escuras aos poucos na rotina da criança.
  • Usar acessórios divertidos tira a seriedade que pode ser resultado de um look mais sóbrio.
  • Apostar em roupas com estampa diferente é uma excelente pedida para manter a casualidade.
  • Xadrez, listras e póas são formas de usar tonalidades escuras com mais leveza e despojamento.

ITC

Quem com ferro fere, com ferro será ferido

foto: Evaristo Sá
foto: Evaristo Sá
Foto: Jefferson Rudy/ Agência Senado
Foto: Jefferson Rudy/ Agência Senado

Só que está mais brando…

Ontem, entramos pela segunda vez na história do país, em um processo de impeachment de um presidente da República. Depois de 20 horas de discursos, os senadores votaram sob os olhares atentos dos brasileiros, ou quase atentos porque muitos passaram a madrugada dando boas cochiladas. As 6h34, começaram as comemorações com estouro de foguetes em quase todo o país, provando que a vigília estava firme.

Não assisti quase nada, mas ouvi o ex-presidente Fernando Collor e fiquei impressionada em ver a diferença de tratamento nos dois casos. Não faço aqui nenhuma defesa política, apenas analiso fatos históricos em ambas as situações. Impeachment é impedimento ou impugnação e é utilizado contra autoridades governamentais acusadas de infringir seus deveres funcionais. Ambos sofreram acusações. Se impeachment continua sendo a mesma coisa, por que a forma de instaurá-lo e conduzi-lo mudou?. Acompanhem e vejam.

Para quem não se lembra, em 1º de junho de 1992, o Congresso Nacional formou uma CPI para apurar os negócios de Paulo César Farias no governo Collor; e em 3 de agosto, a executiva nacional do PT decidiu promover uma série de comícios no país pela aprovação do impeachment. A mobilização foi geral, surgiram os ‘cara pintadas’. Agora, a vítima é um membro do PT e a população fez a mobilização espontânea, indo às ruas e pedindo o impedimento.

As discrepâncias entre os dois casos começam pelo prazo. No processo de Fernando Collor foram quatro meses entre a apresentação da denúncia até a decisão de renunciar – opção adotada por Collor – no dia do último julgamento. No atual processo, já se foram mais de oito meses. Ainda serão mais seis meses previstos até o julgamento final. Ou seja, 4 X 14. “O rito é o mesmo, mas o ritmo e o rigor não”, considerou o ex-presidente em sua fala no Senado.

Collor lembrou: “Entre a chegada no Senado da autorização da Câmara até o meu afastamento provisório, transcorreram 48 horas. Hoje, estamos há 23 dias somente na fase inicial nesta Casa. O parecer da Comissão Especial, que hoje discutimos, possui 128 páginas. O mesmo parecer de 1992, elaborado a toque de caixa, continha meia página, com apenas dois parágrafos – isso mesmo, dois parágrafos”. 1 X 123.

Quando foi afastado da Presidência da República, Collor teve que sair da residência oficial, ficou sem receber salário, não teve direito a segurança, nem transporte. Pediu ao piloto do helicóptero que foi levá-lo em casa, que sobrevoasse uma obra, recebeu a seguinte resposta: “só temos combustível para deixá-lo em sua casa”. A presidente Dilma continuará residindo no Palácio da Alvorada, recebendo o salário de quase R$ 31 mil, terá direito a segurança, transporte terrestre e aéreo, plano de saúde, assessores para um gabinete particular. 0 X 7.

Collor foi o primeiro presidente a ser eleito pelo povo. Me pergunto: por que a presidente afastada insiste em dizer que o processo de impeachment é contra a democracia? Por que o que está em jogo é o respeito às urnas, à vontade soberana do povo brasileiro e a Constituição? Por acaso Fernando Collor não foi eleito pelo povo, nas urnas? Não foi o início da democracia, já que foi o primeiro presidente eleito pelo voto direto do povo? O PT achava, em 1992, que o impeachment era válido em uma democracia, e agora não é mais? Virou golpe por que é contra um membro do partido? Alguém me explica?

O fato é que o feitiço virou contra o feiticeiro e eles estão sofrendo na pele o efeito do que lutaram para conseguir – e conseguiram – em 1992. Tem que se tomar cuidado com as ações, o mundo é redondo, as coisas voltam… Estamos na era da comunicação onde há olhos, gravações e filmagens por todos os lados. Nada mais fica oculto.

Agora, é aguardar o resultado do julgamento do atual processo.

Isabela Teixeira da Costa

Casa Cor

Demais1A Casa Cor de Minas Gerais 2016 traz o conceito de uma residência pré-fabricada de alto padrão.

Localizada a um quarteirão da Lagoa da Pampulha, o espaço que abrigará a mostra será construído em parceria com a BCMF Arquitetos e terá 230m² em um único pavimento para 12 ambientes especiais. O espaço ficará anexo à casa que foi utilizada na edição anterior da Casa Cor, e será retomada este ano com outros ambientes e uma área aberta de jardins. Mas nem por isso deixará de ter criatividade e glamour.
A intenção é explorar as possibilidades tecnológicas e construir em apenas 30 dias uma residência que se integre à arquitetura da Pampulha, com a mesma qualidade e durabilidade das construções tradicionais, por um custo consideravelmente menor. Para isso, firmou-se uma parceria com a Lâminus, novo e revolucionário sistema de modelo estrutural, com possibilidades de várias dimensões de painéis de concreto envelopados. Os visitantes poderão ver o que há de novo na arquitetura, decoração e paisagismo.

A Casa Cor será inaugurada dia 23 de agosto e poderá ser visitada até 27 de setembro.
Alameda das Latânias, 30 – São Luiz

Flávia Freitas

A indústria do casamento

casamento1Estou a cada dia mais chocada com a indústria do casamento.

Não sou nenhuma obtusa que não entende a facilidade de ter profissionais preparados para atender em todas as áreas. Muitos se reúnem em um único local e oferecem todo tipo de produtos necessários para a realização de um casamento. Porém, não consigo aceitar quando a coisa vira cartel.

A noiva quer se casar em um determinado local, vai olhar e todas as datas estão ocupadas, tem que procurar o cerimonial X. Aí, de uma hora para outra surge a data, como num passe de mágica. A desculpa é a mesma: “A noiva cancelou o casamento!”. Nunca vi tantos cancelamentos inesperados. Quanta coincidência! Porém, a noiva só pode se casar ali se contratar o cerimonial X. Depois reclamam da falta de ética no governo, da corrupção… O que é isso, afinal? Mudou de nome?

Segundo ponto, a prepotência e a deselegância de alguns profissionais. Acorda, Alice! O mercado cresceu, existem excelentes profissionais. Existe escolha. Se não mudarem de postura perderão espaço cada dia mais. Hoje, cliente escolhe atendimento, simpatia, educação.

Como pode atender uma cliente falando mal de outra? Isso existe? Existe. Aí vem aquela máxima, quando Pedro fala de João, se conhece mais de Pedro. O correto seria tecer mil elogios ao evento da sua cliente, até mesmo das áreas de outros fornecedores, é no mínimo educado e ético.

Claro que o profissional tem que se valorizar – marketing pessoal –, mas até para isso tem a forma correta. Já passou o tempo daqueles que se elevam derrubando o outro. Afinal, todos têm valor. A diferença é na bagagem cultural, experiência de mercado, educação, simpatia, qualidade do serviço e preço.

Estamos vivendo em um país que perdeu a noção de ética, respeito e limite. Isso fez com as pessoas passassem a buscar esses valores em suas relações, tanto pessoais quanto profissionais.

Confiança não tem preço. Quando se conquista a confiança de alguém é como ganhar na loteria. Confiança gera fidelidade. Quantas pessoas preferem pagar um pouco mais caro para um fornecedor porque confiam nele, sabem que não terão atraso e que o serviço será bem feito.

Para organizar um casamento é preciso planejar, definir o perfil da cerimônia e da festa e pesquisar tudo com antecedência. Escolher a dedo o fornecedor, procurar saber tudo sobre ele, se é estável no mercado, se não pisou na bola com ninguém. Muitas vezes o barato sai caro.

Festa não tem repeteco, por isso não pode ter erro. Escute pessoas que já se casaram ou que trabalharam com as empresas que pretende contratar. Ouça amigos, parentes, enfim, quanto mais informação, melhor. Pesquise muito, sobre tudo, para fechar com quem você sentir mais segurança.

Faça uma planilha com tudo que olhou: fornecedores, preços, sugestões. É importante ter uma visão geral para comparar. Check list é ótimo para não deixar nada para trás.

Faça contrato com todos os fornecedores e antes de assinar leia tudo, até as letras miúdas. Existem assessoras de casamentos, mas também tem muitos sites especializados no assunto. O que não falta é ajuda. Santa internet!

Isabela Teixeira da Costa

Bolo Red Velvet

redvelvet1Sempre tive muita curiosidade de comer um bolo Red Velvet (veludo vermelho).

Nunca tinha visto um pessoalmente, só nos programas de TV, e sua cor sempre me atraiu enchendo minha boca d’água. Começei a procurar receitas boas, mas não encontrava, nem tão pouco um lugar em Belo Horizonte que vendesse o tal bolo. O red velvet não é um bolo vermelho qualquer, mas um bolo leve, aerado e úmido. Depois de muito procurar encontrei no Quitand’arte, na Savassi. Comi! Posso afirmar que é muito bom, mas não tanto quanto esperava. Quando sonhamos muito, a expectativa fica alta demais. Pouco tempo depois, encontrei esta receita. Vale a pena tentar.
Pode escolher qualquer uma das coberturas abaixo para rechear e cobrir o bolo.

Red Velvet Cake

Ingredientes: 3 ½ xícaras (chá) de farinha de trigo, 2 xícaras (chá) de açúcar, 1 ¼ xícaras (chá) de manteiga, 1 ½ xícaras (chá) de Buttermilk (Veja receita abaixo), 1 colher (chá) de bicarbonato de sódio, 3 colheres (sopa) de chocolate em pó. 2 colheres (sopa) de corante em gel vermelho, 1 colher (sopa) de essência de baunilha, 3 ovos, 30ml de vinagre de vinho branco, 1 pitada de sal.
Modo de Preparo: Peneire a farinha de trigo, o sal e o bicarbonato. Reserve. Em separado, misture o chocolate em pó, a essência e o corante. Reserve. Na batedeira, bata a manteiga e o açúcar até obter um creme claro e fofo. Acrescente aos poucos os ovos. Adicione a mistura de chocolate reservada e bata até obter completa homogeneização da massa. Retire da batedeira, e acrescente aos poucos, intercalando os outros ingredientes secos reservados, o Buttermilk, o vinagre e misture bem com o auxílio de uma colher de pau. Coloque a mistura na forma ou formas e leve para assar por aproximadamente 40 minutos. Para um bolo veludo vermelho de andar, prepare duas formas (quadradas ou redondas) sendo uma de 14 e outra de 20 cm forrando o fundo das formas com papel manteiga. Não unte a forma. Para um bolo veludo vermelho redondo simples, poderá utilizar duas formas de 20 cm de diâmetro.

Buttermilk: 360 ml de leite, 2 colheres (sopa) de vinagre branco. Misture bem os dois ingredientes. Deixe descansar por no mínimo 10 minutos.

Cobertura Cream Cheese (1ªOpção)

Ingredientes: ¾ xícara (chá) de cream cheese (queijo cremoso), 2 xícaras (chá) de açúcar de confeiteiro, 3 colheres (sopa) de manteiga sem sal, essência ou uma fava de baunilha raspada.
Modo de Preparo: Na batedeira, bata a manteiga com o açúcar até obter uma “farofa”. Acrescente o cream cheese, a essência e bata somente o suficiente para obter um creme, não bata muito.

Cobertura Cream Cheese (2ªOpção)

Ingredientes: 150g de cream cheese (1 pote), 50g de manteiga sem sal, 300g de açúcar de confeiteiro, 100g de chocolate branco, derretido e frio, 1 colher (sobremesa) de essência de baunilha.
Modo de Preparo: Na batedeira, velocidade alta, bata a manteiga e o cream cheese até que estejam homogêneos. Acrescente a essência, o chocolate e torne a bater o suficiente para misturá-los bem. Em velocidade média, acrescente o açúcar aos poucos e bata até obter uma mistura fofa e leve. Aproximadamente 6 minutos. Leve a cobertura para a geladeira por no mínimo 20 minutos e depois utilize.

Dicas

Note que além do Buttermilk, também utilizamos vinagre na massa. A consistência maravilhosa da massa é devido ao vinagre. A versão industrializada do Buttermilk, não há aqui no Brasil, por isso, é apresentado aqui como obtê-lo.
A manteiga (sem sal), o cream cheese e os ovos devem estar em temperatura ambiente.
Se for rechear o bolo, o ideal é fazer a massa em um dia e finalizar o bolo no dia seguinte. Isso para que massa não esfarele tanto, por ser fofa, ao espalhar o recheio. A cobertura também poderá ser utilizada como recheio com frutas picadas.
Validade da receita: 48 horas fora da geladeira ou 3 dias na geladeira.

Quitand’arte: R. Antônio de Albuquerque, 369 – Savassi

ITC

Histórias da infância

Pierre-Auguste Renoir, Rosa e azul - As meninas Cahen d'Anvers, 1881, óleo sobre tela, acervo do MASP. Bárbara Wagner, Sem título (da série Brasília Teimosa), 2005, jato de tinta, Coleção Pirelli MASP.
Pierre-Auguste Renoir, Rosa e azul – As meninas Cahen d’Anvers, 1881, óleo sobre tela, acervo do MASP. Bárbara Wagner, Sem título (da série Brasília Teimosa), 2005, jato de tinta, Coleção Pirelli MASP.

Para quem vai passar alguns dias na cidade de São Paulo, vale a pena visitar a exposição Histórias da infância, inaugurada no MASP.

Com abordagem criativa para atrair um público diferenciado, a mostra reúne cerca de 200 trabalhos retratando a infância, distribuídos em diferentes períodos, locais e nacionalidades. A temática abrange, entre outras, a arte sacra, barroca, acadêmica, moderna, contemporânea, e a chamada arte popular, além de apresentar desenhos feitos por crianças dispostos ao lado das obras de arte, possibilitando um diálogo bem articulado, desmistificando a questão da hierarquia estabelecida entre as obras de arte e os trabalhos produzidos pelas crianças.

Um fato interessante é que esses trabalhos, que normalmente são dispostos a uma altura padrão de 1.50 metros, foram rebaixados para a altura de 1.20 metros (na galeria do 1º andar) e para 1.30 metros (no 1º subsolo), com o objetivo de estimular e facilitar o olhar mais direto da criança.

Intensificando o cunho pedagógico da exposição, foram convidados artistas contemporâneos para conduzirem oficinas com crianças: Rivane Neuenschwander, Cinthia Marcelle, Nicolás Robbio, Lays Myrrha, Thiago Martins de Melo e Thiago Honório.

Paralelamente, acontecem atividades que utilizam o lúdico: o jogo e a brincadeira, disponibilizando um programa de oficinas de desenho que se estenderão até o final da exposição. O projeto Playgrounds 2016 acontece no 2º subsolo e no vão livre.

A exposição apresenta no primeiro andar, retratos, representações de família, imagens de educação e de brincadeiras, crianças artistas, crianças anjos e a morte. Já, no primeiro subsolo, estão expostos os temas da natividade e maternidade. Chamam a atenção como O escolar (1888), de Van Gogh, Rosa e azul (1881), de Renoir, Retrato de Auguste Gabriel Gaudefroy (1741), de Chardin, e Criança morta (1944), de Portinari.

A mostra tem curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico; Fernando Oliva, curador; e Lilia Schwarcz, curadora-adjunta de histórias e permanecerá no museu até o dia 31 de julho.

O MASP tem entrada gratuita às terças-feiras.

Endereço: Avenida Paulista, 1578, São Paulo, SP – Telefone: (11) 3149-5959

Cláudia Elias

Como anda seu metabolismo?

Foto tendenciademulher.com.br/reprodução
Foto tendenciademulher.com.br/reprodução

Na luta contra a balança, um grande vilão é o metabolismo. Em algumas pessoas é para lá de lento, e em outras, mais sortudas, é mais acelerado. Isso faz toda a diferença na perda de peso.

Tenho uma colega que era obesa e decidiu fazer a cirurgia bariátrica. Foi na médica e quando questionada sobre sua alimentação disse que não comia muito, era mais de salada, carne, etc. A médica – calejada de ouvir discursos mentirosos dos clientes que tendem a esconder seus excessos –, não deu crédito ao seu relato. Pensou se tratar de mais uma que escondia a quantidade de doces e carboidratos que ingeria em horários impróprios.

Cirurgia feita. Nada do emagrecimento esperado. Enquanto um paciente normal emagrecia quatro a cinco quilos, ela perdia 200 a 300 gramas. Só então a médica decidiu pesquisar o que estava ocorrendo e descobriu que ela tinha metabolismo baixíssimo e então acreditou que ela comia pouco. Resumo da história: minha amiga tem que fazer uma ginástica especial, com personal, para acelerar seu metabolismo. Hoje, está magra, mas não pode se descuidar.

É bom ficar atento, seja para emagrecer ou ganhar massa muscular. O bom funcionamento do metabolismo é fundamental, pois está diretamente ligado à queima de gorduras. Algumas dicas para acelerar o metabolismo:

 

1 – Faça exercícios aeróbicos e musculação – gastam muita caloria, estimulam a circulação, a queima de gorduras e a aceleração do metabolismo.

2 – Durma bem – uma noite tranquila é importante para que o corpo tenha a disposição para manter o metabolismo ativo.

3 – Coma de três em três horas – passar grandes períodos sem se alimentar faz com que o corpo trabalhe em um ritmo mais lento. O metabolismo se adapta à quantidade de energia que é fornecida a ele. Entre as refeições, coma frutas, queijos magros, iogurtes ou grãos integrais.

4 – Consuma grãos integrais – os grãos integrais têm mais fibras, o que faz com que sejam digeridos por mais tempo, fornecendo energia prolongada e facilitando a queima de gorduras. Melhoram o funcionamento do intestino e do sistema digestório em geral.

5 – Tome café da manhã – A primeira refeição do dia é uma das mais importantes, já que ela oferece a energia necessária para o funcionamento do organismo. Por isso, aposte em combinações de frutas, grãos integrais e proteínas. Se for praticar exercícios físicos de manhã, insira no cardápio os nutrientes necessários para suprir a carga que será gasta.

Isabela Teixeira da Costa

Menos é mais

Chegou a vez do minimalismo nas festas. Menos é mais.

Passando pelos corredores dos estandes de moda festa na última edição do Minas Trend, o que se viu foi bordado, dos pés à cabeça. Brilho, brilho, brilho e mais brilho. Profusão de brilho. É bonito, mas chega uma hora que cansa. Penso que as próprias estilistas, depois de ficarem mergulhadas uma semana nesse ambiente, também ficaram um pouco saturadas, a prova disso é que muitas das marcas lançaram uma linha festa seca, sem brilho nenhum. Com o lema: o menos agora é mais. A opulência deu espaço para o minimalismo moderno. As novas produções contemporâneas ganharam lugar em ambientes variados e revelaram que é possível estar elegante para um evento noturno sem precisar abusar do brilho. As coleções são quase clean, porque algumas estilistas não abriram mão da estampa.

Os comprimentos variam do curto ao longo passando pelo midi. Umas mais ousadas lançam a opção de macacões para festa, e outras a composição de saia e blusa, o que dá um toque mais para coquetel e menos festa. O importante é que tem para todo gosto e ocasião.

ITC