Metalizado em alta

O metalizado ganhou espaço e deve dominar os looks neste inverno. Nos desfiles das maiores grifes internacionais como Saint Laurent, Gucci e Stella McCartney o material estava presente e também conquistou o tapete vermelho, sendo destaque no último baile de gala do Metropolitan Museum of Art cujo tema remetia à tecnologia. Não foi diferente no São Paulo Fashion Week (SPFW).
Para entrar na tendência, a dica é abusar das peças statement, que dão destaque ao look. A Pompéia – uma das maiores marcas de varejo do país – criou uma linha de jaquetas metalizadas na sua coleção de inverno 2016. O modelo é o item perfeito para transformar uma produção básica em um visual cheio de informação de moda. Em diversas cores – nude, dourado, prata e azul – a peça é protagonista neste inverno.
Raquel Davidowicz, Wagner Kallieno, Ellus, Lilly Sarti e Helô Rocha foram algumas das grifes brasileiras que investiram com muito bom gosto no metalizado, de maneiras bem diferentes.
Além de garantir muita personalidade, o brilho metálico cria pontos de luz em looks pretos. Mules e sandálias estilo birken são atuais, e dão o toque descontraído necessário para quebrar a rigidez do inverno. O sneaker também marca presença na coleção. Seguindo o visual street, é a escolha ideal para as meninas buscam estilo.

ITC

O medo de envelhecer ainda existe?

Quando se passa da casa dos 50 muita gente sente o peso da idade, e bate o medo de envelhecer. Esse temor, ainda é como antes?

A população mundial está envelhecendo. Em 2050, pela primeira vez, haverá mais idosos no mundo, que crianças menores de 15 anos. Segundo estimativas do IBGE, no Brasil, nos próximos 20 anos a população acima de 60 anos vai mais do que triplicar, passando dos atuais 22,9 milhões (11,34% da população) para 88,6 milhões (39,2%). No período, a expectativa de vida do brasileiro passará dos atuais 75 anos para 81 anos (dados de 2014 extraídos da Folha de São Paulo).

Com toda essa projeção, o governo não faz nada para preparar o país para viver com uma grande população de idosos. Não investe em pesquisas para descobrir a cura dos diversos tipos de demências que têm acometido as pessoas cada vez mais cedo, nem na cura de Parkinson e outros problemas de saúde que impedem que pessoas idosas possam ter uma vida ativa por amis tempo. Mas isso é assunto para outro artigo.

Quando eu era pequena, uma mulher de 50 anos era uma senhora. Se vestia com roupas clássicas, de idosa. Usavam cabelos curtos, as que ousavam tê-los mais compridos, faziam coque.

Hoje, mulheres de 60 anos estão inteiras, malhando na academia, usam roupas jovens, modernas, atuais, as mesmas que a filha ou a neta usam, sem problema algum. Por sinal, não existe mais roupa de idoso. Ninguém dá a elas a idade que têm. São dinâmicas, conectadas, estão ativas no mercado de trabalho. Se cuidam, têm uma alimentação saudável.  Tingir cabelos, aplicar botox, colágeno e fazer pequenas cirurgias plásticas não são para esconder a idade, mas para se sentir bem.

A indústria de cosméticos, sabendo deste envelhecimento da população já está substituindo os termos antiage dos rótulos dos produtos por renovador ou alta exigência. Há alguns anos, marcas importantes já trazem em seus comerciais pessoas acima de 60 e 70 anos, vendendo beleza e qualidade de vida.

A idade não é mais limite para nada. Sempre nos deparamos com notícias de pessoas com mais de 45 anos que passaram no vestibular para fazer cursos como medicina, psicologia, engenharia, entre outros. A procura por curso superior por alunos acima dos 40 anos aumentou em 30% nos últimos cinco anos. Mais de 700 mil alunos, nessa faixa etária, estudam no país.

Quantas vezes, durante minha adolescência, eu ouvi pessoas mais velhas dizerem: “quem me dera voltar a ser mais jovem com a cabeça que tenho hoje”. Queriam ter a disposição que tinham na mocidade, mas com a maturidade adquirida com a vida. Hoje, isso é possível, porque as pessoas com 50, 60 e 70 anos estão ótimas, ativas. Não são aqueles senhorzinhos avós que ficavam em casa lendo jornal, dormindo no sofá e fazendo tricô ou croché.

A vida agora é outra. Eles estão saindo, viajando, divertindo, namorando. Ficam em casa quando querem descansar ou quando estão recebendo os amigos.  Tomam conta dos netos para ajudar os filhos, quando estão com vontade.

Por isso, não entendo quando alguém diz que está se sentindo velho porque está fazendo 58, ou 62 ou mesmo 70 anos. Se fosse lá atrás, quando o comportamento era outro, totalmente compreensível, mas em pleno século 21, não mesmo. Este medo de envelhecer não combina com o perfil dessas pessoas. A idade cronológica não importa tanto. O importante é ter vontade de viver.

Fernando Pessoa escreveu:

“Não importa se a estação do ano muda…
Se o século vira, se o milénio é outro.
Se a idade aumenta…
Conserva a vontade de viver,
Não se chega a parte alguma sem ela.”

Isabela Teixeira da Costa

Cabelo precisa de cuidado no inverno

cabelosecoAs baixas temperaturas do inverno afetam os cabelos, e por isso precisam receber cuidados especiais.

Como já disse algumas vezes aqui, o cabelo é a moldura do rosto. Ele arremata o conjunto, embeleza a pessoa. Não importa se for liso ou anelado, curto ou comprido. Cada um combina muito bem com seu dono. Foi feito sob medida por Deus. O importante é estar bonito, bem tratado, com brilho.

No inverno, tomamos banhos mais quentes e a alta temperatura da água retira o óleo do couro cabeludo, que é a proteção natural dos fios. O cabelo1cabelo fica ressecado, quebradiço, com pontas duplas. Nosso corpo é muito inteligente, entende que precisa repor a ausência de oleosidade e assim os cabelos podem ficar com aspecto engordurado.

Outro problema é a falta de sol, que somada às baixas temperaturas provocam contração nos folículos capilares. A consequência é uma queda maior do cabelo e redução do seu crescimento.

Para evitar todos esses probleminhas devemos tomar alguns cuidados:

  • Por causa do frio não suamos tanto, os cabelos ficam cheiroso por mais tempo e por essa e outras razões demoramos mais tempo para lavar os cabelos. Não faça isso, lave os cabelos com a mesma regularidade. Use um shampoo e condicionador de boa qualidade, de acordo com seu tipo de cabelo.
  • Escolha condicionadores e cremes mais leves e produtos sem enxague. Como expliquei no início, a tendência é o cabelo ficar mais oleoso no inverno, por isso é importante o cuidado na hora da escolha dos cremes.
  • Quando lavar os cabelos, massageie o couro cabeludo. A circulação e oxigenação estarão ativas e ocorre o aceleramento no crescimento dos fios.
  • Tente lavar os cabelos com água morna. No inverno aumentamos a temperatura da água, na hora do banho. A água quente desidrata os fios, aumenta a queda e provoca uma descamação o couro cabeludo que pode ser confundida com caspa.
  • O cabelo é formado por escamas e a água quente abre essas escamas, o que tira o brilho do cabelo. Hidratação é a melhor opção para manter os fios saudáveis no inverno, se possível, quinzenalmente. Mas ela deve ser feita o ano inteiro.
  • Outro fator de queda dos cabelos se dá porque no inverno nos alimentamos de comidas mais gordurosas e porque nosso sistema imunológico fica mais fragilizado com o frio.
  • Também diminuímos a injestão de líquidos, e isso reflete nos cabelos, enfraquecendo os fios. É muito importante bebermos bastante líquido diariamente, o ano todo.
  • O ar muito quente do secador enfraquece os fios. Antes de secar o cabelo aplique um protetor térmico ou reparador de pontas para proteger os fios.
  • Não durma com o cabelo molhado. Ele fica úmido, fraco e quebradiço.
  • Evite usar chapéus, boinas, lenços e gorros em excesso. Isso aumenta a oleosidade do cabelo e pode provocar o surgimento de fungos e bactérias no couro cabeludo.

Isabela Teixeira da Costa

Cuscuz de tapioca

CuscuztapiocaHoje vou dar uma receita que recebi da  SupraSoy, alimento de soja sem lactose. O melhor é que não altera em nada o sabor final. Experimente.

Ingredientes
Calda:
1 xícara de chá de SupraSoy sem lactose original (130g)
½ xícara de chá de açúcar (80g)
Cuscuz de Tapioca:
½ xícara de chá de leite de coco (100ml)
¼ de xícara de chá de SupraSoy sem lactose original (32g)
2 colheres de sopa de açúcar (24g)
1 xícara de chá de tapioca granulada (160g)
¼ de xícara de chá de coco ralado (15g)
Coco fresco para decorar

Modo de preparo
Para a calda: coloque no liquidificador o SupraSoy, o açúcar, ½ xícara de chá de água fervente e bata por um minuto. Passe para uma molheira e leve à geladeira até a hora de servir.
Para o cuscuz de tapioca: em uma panela, misture o leite de coco, o SupraSoy, o açúcar e um xícara de chá de água (200ml). Leve ao fogo médio até levantar fervura, despeje sobre a tapioca granulada e deixe-a hidratando por 30 minutos. Junte o coco ralado, misture e coloque em uma assadeira pequena (18 x 28cm), apertando bem com as costas de uma colher. Polvilhe com o coco fresco, corte em quadrados e sirva com a calda gelada.
Dica: Se preferir, sirva o cuscuz de tapioca com leite de coco adoçado.

ITC

Viagem pelo mundo do Game of thrones

O mundo da imaginação e criatividade das séries de TV e o sucesso do Game of Thrones.

Tenho uma amiga, Valentina Carvalho, advogada das boas. Toda terça-feira, ela escreve uma crônica e envia por e-mail para um grupo de amigas. Algum tempo atrás, li um que achei bem legal e resolvi publicar.

“Em busca de mera distração, iniciei a busca entre as séries da TV paga onde encontrei temas fascinantes.
De Madmen e o apogeu da América dos anos 60 com o boom dos impérios da publicidade, pulei para o gótico e estranho Game of Thrones.
Tentava me conectar com meu sobrinho, que via a série sem dar nenhuma palavra, hipnotizado e sem permitir que ninguém desse um único pio – tal e qual meu avô, quando assistia seu jornal das 7 horas da noite, há 70 anos  – ah, a  vida se repetindo sempre.
O que será que existia naquela série? Em minhas férias, resolvi encarar e não consegui parar até o último capítulo.
Cenas de arrepiar, violentas até, que não sei quantas vezes tive de tapar o rosto com as mãos, diante da dificuldade em encará-las. Tudo fascinante: dragões, povos desconhecidos (uma mistura de todos os terrestres e até extraterrestres), sete reinos, cidades inventadas, idiomas impensáveis ditos com naturalidade, Gênesis e apocalipse ao mesmo tempo.
A eterna luta por poder, poder e poder! Luta tão conhecida de nós, brasileiros.
Ninguém se salva, ninguém é de todo bom, nem de todo mal.
Comecei a questionar o por quê de aquela série fazer tanto sucesso. Sucesso mundial, a ponto de os coadjuvantes fazerem fila para participar sem cobrar cachê.
Seria o mundo inventado, o imã? Ou seria a semelhança com algo já sentido e sofrido pela humanidade, a verdadeira razão da atração?
Conheceria o público alvo – de 15 a 45 anos, em sua maioria – algo de história ou teria esquecido a historia mundial? Ninguém havia estudado a baixa e alta idade média? Ninguém havia lido os Irmãos Grimm e suas histórias sinistras de príncipes, princesas, reinos distantes, feiticeiras e dragões?
A ausência de sentimentos, ética e justiça, o abuso do poder absoluto, tudo completamente bárbaro, a ceifar vidas, reinados, sentidos e sentimentos; sentimentos arriscados por alguns poucos apenas.
Será que o mundo inteiro estava vendo espelhado ali, naquele jogo de tronos, o reflexo do que o mundo vive hoje? Acredito que sim.
A direção inteligente e caprichada, que escolhe a cada ano da série locações incríveis mundo afora, condizentes com a estória, fazem com que esse conto de fadas às avessas passe a ser o escape da realidade, que machuca muito mais do que os reinos em conflito e os dragões ferozes que soltam fogo pela boca e são comandados por uma mulher platinada, palatina e correta.
Na próxima semana, chego ao século XX, a Espanha de 1905, onde as classes não se misturam, cheia de intrigas e amores proibidos, é o Grande Hotel.”
Valentina Avelar de Carvalho
A nova temporada da série Game of thrones está elevando índices de audiência da HBO, confira no UAI e+

 

Aniversário em tempo de redes sociais

Fazer aniversário depois que surgiram as redes sociais, mudou bastante.

Segunda-feira estava mexendo no meu Instagram e vi um sinal na gavetinha. Fui vasculhar o que era e estava lá uma mensagem de aniversário. Uma amiga me dando parabéns. Respondi às gargalhadas porque meu aniversário foi em abril. Que fique bem claro que a mensagem estava lá este tempo todo, e eu só vi agora.

No mesmo dia, consegui falar com outra grande amiga que fez aniversário sábado. Ela estava viajando no dia. Liguei, não atendeu, retornou, não vi e foi uma sucessão de desencontros. Quando finalmente nos falamos, reclamou que não tinha visto uma mensagem minha no Facebook, mas ela estava lá, o difícil é achar.

Isso mesmo, depois da invenção das redes sociais ficou fácil parabenizar os amigos. Mas o volume é tão grande que nem sempre conseguimos achar todas as mensagens enviadas. Recebemos o aviso dos aniversários – isso é maravilhoso, porque minha memória para datas não é muito boa, se não recebo o aviso é capaz de esquecer até do meu aniversário. Abre uma janelinha para escrevermos a mensagem, apertamos enviar e pronto. Quer coisa melhor?

Com as redes sociais cumprimentamos todos os amigos, conhecidos, amigos de amigos… O problema é que são muitas ferramentas: Facebook (na página ou em mensagem in box), WhatsApp, Instagram, Linkdin, Pinterest, Twitter, e-mail… E cada amigo te deseja parabéns em uma delas. Você fica pulando de uma para a outra na tentativa de ver tudo e responder a todos, mas nem sempre alcança o objetivo.

São tantas, de tantos caminhos diferentes… Fica impossível. A solução é o agradecimento geral. Porém, a leitura é individual, mesmo assim ainda ficam algumas mensagens perdidas para trás. Outro dia, um amigo reclamou que me mandou um WhatsApp no dia do meu aniversário e eu não respondi. Teimei: “Não recebi”. Mas fui verificar. Descobri mais de 30 mensagens que não tinha visto. Passei o maior carão e fui respondendo aos amigos quase um mês depois. Eles devem ter pensado que eu estava doida varrida, solta no espaço.

Antes, anotávamos as datas em agenda, tínhamos que transferir anualmente. Se fossem muitos aniversariantes no dia, acabávamos elencando os mais chegados para telefonar. Era muito bom. Mantínhamos o contato pessoal. Como diz minha cunhada, a gente interagia.

Depois, chegou o celular, facilitou na agilidade. Anotamos no calendário, programamos o aviso anual. No dia e na hora programada ele apita. Tudo de bom. É só pegar o telefone e ligar.

Mas voltando ao século 21, o melhor das mensagens das redes sociais são as imagens que veem junto dos parabéns. Flores lindas, versículos bíblicos, filminhos – cada um mais fofo que o outro –, bolos. Ah, os bolos, é de dar água na boca. Como sou uma verdadeira formiga, gostaria que pelo menos um se materializasse. Seria tudo de bom.

Enquanto esse milagre não acontece, vamos tentando ficar cada vez mais ágeis para dar conta de administrar tantas ferramentas novas. Bem-vinda tecnologia!!!

Isabela Teixeira da Costa

Dmais Design

Renato Tomasi Foto Priscila Ayub
Renato Tomasi Foto Priscila Ayub

De 13 a 19 de junho o circuito DMAIS Design estará agitando BH.

Eventos independentes ocorrerão durante a semana para fazer a conexão da decoração e do design com a arte, arquitetura, moda e outras vertentes.

O DMAIS Design chega a sua 3ª edição e vai oferecer uma programação intensa com exposições, palestras, oficinas, coquetéis, intervenções e mostras. Este ano, terá novidades nas áreas de moda e jóias.

No dia 14 de junho, a Idelli receberá o gerente de design e produtos da De’Longhi Brasil que fará a palestra de abertura no lounge especial, assinado por mim, a designer Flávia Freitas. No dia 16, o diretor do Corpo, Pedro Pederneiras, contará sobre o projeto artístico e de design que projeta o grupo no cenário nacional e internacional.

O Seminário ‘Design e Conhecimento’ ocorrerá  nos dias 16 e 17 á partir das 10h, no cinema do Pontei Lar Shopping, e contará com palestra da jornalista e colunista de design, Mônica Barbosa, e com Waldick Jatobá, curador de arte e design contemporâneos, com tema sobre o design contemporâneo brasileiro.

Dez ações, de marcas nem tão conhecidas, estarão previstas, dentre elas, a exposição “Oficina de Jeceaba”, na escola de design da UEMG, com aulas práticas de criação de objetos de madeira e pallets descartados pela siderurgia da região, promovendo ideias de arte com sustentabilidade.

O QG do DMAIS será montado no 4° piso do BH Shopping e funcionará como um ponto de encontro.

Toda a programação e mais informações podem ser encontradas no site do DMAIS.

Contribuem com este grande acontecimento Idelli, Abatjour de Arte, Accervo Design, América Móveis, Arca Conceito, Deck Home, BoConcept, Donatelli, Espaço 670, Hunter Douglas, Inerre, Inside, Líder Interiores, Linea D’oro, Maria Alice Decorações, Micheliny Martins, Oppa, Papilio Tapetes, Ponteio Lar Shopping, Portobello Shop, Prima Linea, Prodomo, Quality, Smart Automação, Talento Jóias, Templuz, Tempori, Tom Sobre Tom e Uniflex.

Segundo Renato Tomasi, idealizador do festival, o formato de Design Tour e ciclo de palestras com participação de nomes consagrados, que fez sucesso nas edições anteriores, permanece firme nesta edição.

Flávia Freitas

Onde fotografar

E aí! 🙂 Tudo bom?

Por causa da minha profissão, muita gente me pergunta quais os melhores lugares para fotografar aqui em BH e região.

Por isso, resolvi separar um tempinho para dizer os lugares que mais me deixam à vontade, tanto pelo visual, como pelo dinheiro, tendo em vista que em muitos locais vocês deve arcar com um custo para realizar a sessão.

Pra começar, sou apaixonada com o mirante da Serra da Moeda! Aquele lugar que tem um restaurante incrível que todos já ouviram falar: Topo do Mundo!

Topo do Mundo Foto Lana Chaves

Topo do Mundo Foto Lana Chaves

Topo do Mundo Foto Lana Chaves
Topo do Mundo Foto Lana Chaves

Você paga somente 2 reais para entrar na área de voo livre, onde as pessoas pulam de parapente, e pode ficar lá atéééé depois do sol se pôr.

Um lugar que descobri recentemente é o Mirante da Serra do Rola Moça! Fica a caminho de Casabranca! É só pegar aquela entrada para o Posto do Chefão, na BR040! Lugar super tranquilo e com uma vista maravilhosa!

Rola Moça Foto Lana Chaves
Rola Moça Foto Lana Chaves
Rola Moça Foto Lana Chaves
Rola Moça Foto Lana Chaves

Um ótimo lugar que muito belo-horizontino conhece é o distrito de São Sebastião das Águas Claras, mais conhecida como Macacos!

Um vilarejo cercados de montanhas e rios, com muito restaurante bacana pra almoçar e jantar, é também um excelente  local para fotografar!

Recentemente descobri uma estradinha cercada de pinheiros de chamou minha atenção!

Macacos Foto Lana Chaves
Macacos Foto Lana Chaves
Macacos Foto Lana Chaves
Macacos Foto Lana Chaves

Pra fechar,  uma foto atrás do Hospital Hilton Rocha, ali no Mangabeiras! Pertinho da praça do Papa!

Alto do Mangabeiras Foto Lana Chaves
Alto do Mangabeiras Foto Lana Chaves

Tem muito lugar bonito por aqui! =)

Beijos,

Lana Chaves

Fotógrafa, 28 anos

Empregadas: elas trabalham direito?

Novela Cheias de Charme Foto TV Globo/Divulgação
Novela Cheias de Charme Foto TV Globo/Divulgação

Você está satisfeita com o trabalho de sua empregada doméstica?

Todo profissional é contratado para executar determinado tipo de trabalho e recebe por isso. A empresa escolhe o candidato no processo de seleção, sabendo que ele executará o serviço da melhor maneira possível, pois é bom, capaz, competente, preparado. Existe um contrato de trabalho e ambas as partes cumprem seus deveres: o funcionário executa bem suas tarefas, a empresa paga seu salário em dia. Ninguém está fazendo favor.

O mesmo ocorre quando contratamos uma funcionária para trabalhar em nossa casa. Será mesmo? Acho que não é bem assim. O contrato de trabalho de uma empregada doméstica, ou secretária do lar, como muita gente gosta de chamar, é mais importante, porque envolve um quesito que em empresa não conta tanto: a confiança.

Abrimos a nossa casa, nossa intimidade, nossos bens pessoais e os deixamos à mercê de uma pessoa desconhecida. Damos um voto de total confiança. Na maioria das vezes temos que sair para trabalhar e passa horas em nossa casa, sozinha, fazendo o que quiser.

Tive uma emprega por 15 anos. Fui sua madrinha de casamento. Ela me ajudou muito e vice-versa. Mas no fim, acho que já estava cansada e falava mal de mim com sua mãe, ao telefone, sem a menor cerimônia. Minha filha estava em casa e escutava tudo. E mesmo reclamando não pedia para ir embora. Acabou saindo por questões pessoais.

Depois que ela saiu, decidi que teria diarista. Com freqüência, tinha que pedir coisas que, no meu entendimento, fazem parte de uma limpeza normal de uma casa, como por exemplo arrastar móveis para varrer embaixo e atrás deles. Limpar interruptor e parede quando estiverem sujos, etc.

Não estou generalizando. Conheço muitas empregadas e diaristas de amigas minhas excelentes. Estou contando um caso que aconteceu comigo. Se eu trabalhasse na empresa da forma com a empregada trabalhava aqui em casa, já estaria desempregada há anos. Claro que a dispensei. Mas estou com uma moça que vem uma vez por semana.

As pessoas que me acompanham sabem que, na última quinta-feira, minha filha se mudou. Foi para Anagé, sertão da Bahia, ser missionária. Foi uma loucura fazer as malas. Primeiro, as caixas de mudança levando utensílios para casa, que foram levadas antes. Depois, as malas com suas coisas pessoais. Foi um faz e refaz enlouquecedor, por causa do peso máximo permitido.

O resultado foi um quarto extremamente bagunçado. No sábado, fui arrumar tudo e no domingo decidi dar uma limpa no quartinho de “empregada”, que nunca teve essa finalidade. Estou chocada até agora. Não vou descrever o que encontrei lá, mas tinham três sacos de lixo. Coisas que eram para ser jogadas fora e a diarista deixou lá por meses. Não tem explicação. Fora a sujeira que o espaço e o banheiro anexo estavam.

Bom, já está comprovado que não executam as tarefas que foram contratadas para fazer. Agora, tem outro problema: o horário de trabalho. Desde que a profissão foi regulamentada – não estou reclamando disso –, elas só podem trabalhar oito horas por dia. Em residências não tem relógio de ponto e a maioria das donas de casa não está por lá quando a empregada vai embora. Como comprovar se a pessoa chegou na hora e cumpriu sua jornada?

A cada semana vou me aventurar em um cômodo da casa. Vamos ver o que mais encontro. O bom é que à medida que dou a faxina, faço uma limpeza tirando coisas que não usamos mais. Com isso o volume para doações aumenta. E ainda faço um bom exercício físico. O jeito é fazer o joguinho da Poliana: ver o lado feliz de tudo.

Isabela Teixeira da Costa

Luta contra o tabaco

no smokeHoje, 31 de maio, é celebrado mais um Dia Mundial de Luta Contra o Tabaco, considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a principal causa de morte evitável em todo o mundo.

A sociedade pressiona cada dia mais para que as pessoas parem de fumar. Outro dia, fui a uma festa na casa de uma amiga fumante. A maioria dos convidados fumava e todos estavam com seus cigarros acesos, a noite toda, dentro do apartamento. Depois que foi sancionada a lei que proíbe o fumo em ambiente fechado, ainda não tinha ido a nenhum local com tantas pessoas fumando ao mesmo tempo. Saí de lá defumada. Quando entrei no carro, tive que abrir a janela para não empestear tudo. Parecia que eu tinha fumado horrores. Lembrei-me da época em que todos os jornalistas fumavam na redação. Que alívio que não é mais assim.

A maioria dos governos toma medidas para combater o vício, como proibição de propaganda, embalagens com advertências quanto aos riscos do fumo – a maioria nem liga para as imagens e alguns até fazem piadas –, aumento dos impostos, campanhas antitabagistas, etc. Porém, para os fumantes, abandonar o vício parece uma missão quase impossível e, na maioria das vezes, desanimadora.

O ator Leonard Nimoy, o famoso Dr. Spock da saga Jornada nas estrelas, faleceu em fevereiro de 2015, aos 83 anos, depois de uma longa batalha contra várias doenças pulmonares ocasionadas pelo fumo, incluindo enfisema pulmonar, bronquite, asma e câncer de pulmão. Sua luta para alertar seus fãs a pararem de fumar durou mais de 30 anos. Ele disse: “Eu parei de fumar 30 anos atrás. Não foi cedo o suficiente. Não é fácil parar de fumar, mas tentem sempre até conseguir, quanto mais rápido, melhor.”

Tinha um amigo que morreu de enfisema pulmonar. Quando estava internado, com uso de oxigênio, tirava a máscara para fumar. Fumou até o último dia de vida. Outro dia, conversava com um primo, fumante inveterado. Disse-me com toda a certeza: “Se um médico me falar que estou doente e se parar de fumar terei dois anos de vida, se continuar terei oito meses, prefiro viver oito meses fumando.”

Fico impressionada com este tipo de opção. Nunca fumei. Talvez seja por isso, por não saber o que é ter um vício e tentar me livrar dele. Porém, tomo como base minha mãe. Fumou quase 50 anos. Uma vez, decidiu parar. Guardou um maço de cigarros na gaveta do criado e não acendeu mais nenhum. De repente. Depois de seis anos, voltou a fumar. Fumou por anos. Certo dia, começou com uma tosse, foi ao médico, fez exames e não deu nada, tudo limpo. O médico sugeriu que ela parasse de fumar. Obedeceu. Nunca mais fumou. Sempre foi determinada.

Conheço muitos ex-fumantes e todos eles falam que ainda sentem desejo de fumar. Também conheço muitos fumantes que dizem querer parar, porém só ter o desejo não adianta. É preciso ter força de vontade e, se necessário, ajuda de psicólogo, especialista e até mesmo medicação. Tudo isso porque a nicotina é a substância que produz a dependência química mais forte de todas as drogas, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Um cigarro tem mais de 4.700 substâncias tóxicas que prejudicam a saúde. Elas não afetam apenas o fumante, mas também todas as pessoas que estão em volta: os fumantes passivos. Fumantes têm mais chance de ter câncer de pulmão, infarto, bronquite e enfisema pulmonar e derrame cerebral do qualquer outra pessoa.

O Inca sugere que a pessoa parar de fumar de uma vez, como minha mãe fez, é a melhor maneira. Mas também pode parar de forma gradual, reduzindo o número de cigarros ou adiando a hora de fumar o primeiro do dia. Porém, o método gradual não pode ultrapassar duas semanas.

Creio que vale a pena parar de fumar, porque sei que morte por falta de ar é muito dolorosa, e nenhum vício merece nos levar a isso. Ainda está em tempo.

 

Isabela Teixeira da Costa