Construir Design

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Construir Design/divulgação

Começa, na próxima terça-feira, 31, e vai até 9 de julho, em Lagoa Santa, a 2ª edição da Casa Construir Design.

O evento será na casa do estilista Victor Dzenk, na orla da lagoa, reunindo arquitetura, design e moda. O tema será o mediterrâneo com estampas criadas pelo estilista que serviram de inspiração aos profissionais da mostra.

São 35 ambientes que terão como proposta a sustentabilidade. A novidade será a loja conceito de Dzenk, em um container, com design minimalista assinado por Flaviane Pereira.

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Construir Design/Divulgação

A mostra terá uma programação de shows e agenda gourmet e contará também com um desfile do estilista.

Fica a dica!

Local: Avenida Getúlio Vargas, 940, Lagoa Santa, Minas Gerais.

Flávia Freitas

A língua portuguesa está indo para as cucuias

letrasExcesso do uso de mensagens digitais leva jovens a desaprender a língua portuguesa.

Sou gerente de Comunicação Interna dos Diários Associados em Minas. Há alguns anos, desenvolvemos um projeto com escolas e precisei selecionar alguns jovens para trabalhar na área. Entre os diversos testes necessários para a seleção pedi ao RH que incluísse uma redação jornalística sobre um tema sugerido por mim.

Para esta fase final ficaram oito candidatos, e coube a mim ler as referidas “matérias” redigidas por eles. Suplício foi pouco perto do que passei. A primeira dificuldade foi entender a letra. Perdia feio para a de médico, para falar a verdade, se devolvesse para cada um e pedisse leitura, acredito que nem eles mesmos conseguiriam tal façanha. A segunda foi com a pontuação; e a terceira, com os erros de português. Sinceramente, foi difícil escolher a menos ruim.

Estruturação de texto, poucos fizeram. Isso tudo é culpa do estilo de vida. Ninguém mais escreve, só tecla. A maioria em WhatsApp e Twitter, que é tudo abreviado, com linguagem própria e simbologia. Até nos e-mails e nas redes sociais já usamos abreviações.

Em 2011, o Ministério de Educação e Cultura (MEC) lançou um livro para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) defendendo a linguagem popular. Foi o maior escândalo. A mídia e outro tanto de gente cairam em cima falando mal. Outros defenderam, até que aos poucos, como tudo neste país, a polêmica se calou. Em um capítulo, os autores diziam que não tem problema falar errado, como se fala informalmente.

livromecVejam um trecho do livro:

“Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado.

Você acha que o autor dessa frase se refere a um livro ou a mais de um livro? Vejamos: o fato de haver a palavra os (plural) indica que se trata de mais de um livro. Na variedade popular, basta que esse primeiro termo esteja no plural para indicar mais de um referente.”

E continuam dizendo que é claro que uma pessoa pode falar ‘os livro’, mas ressaltam que dependendo da situação ela poderá sofrer bullying linguístico. Também exemplificam com outro exemplo: “nós pega o peixe” ou “os menino pega o peixe”, porque todo mundo entende. Entender entende, mas está errado!!!!

Não quero ser purista, porém não posso concordar com o assassinato da nossa língua. Não aguento mais conversar com profissionais, inclusive da área de comunicação que não conjugam tempo verbal correto. Nem mesmo plural! Socorro! Informalidade tem limite. O profissional está em seu ambiente de trabalho, na área de comunicação de uma empresa e fala tudo errado. Dá para aceitar???

Entendo que existe no país uma diversidade sócio-cultural-regional que faz com que pessoas falem de formas diferentes, por regionalismo ou por falta de oportunidade de frequentar uma escola e aprender a língua portuguesa básica. Claro que a comunicação é possível entre todas as pessoas, mas não podemos dizer que o uso da língua esteja correto.

A partir do momento que o órgão máximo da educação do país, publica um livro respaldando esses erros, a chance de aprendizado e ensino está fadada ao fracasso. Essas pessoas que falam errado vão querer se esforçar em aprender, se o livro diz que estão corretas? Duvido.

Para deixar claro que não vai aqui nenhum preconceito, exemplifico de outra forma: quando chega ao país um estrangeiro para se estabelecer aqui, seja ele de qual nacionalidade e nível econômico for, começa a aprender o português. No início, vai falando tudo errado, e todo brasileiro que conviver com ele vai corrigindo sua pronuncia até que aprenda a língua. Ninguém ignora a fala errada, mesmo entendendo o que ele diz.

Conheço uma moça russa que conheceu o filho de uma grande amiga, quando ambos faziam um curso na França. Apaixonaram-se e hoje, moram no Brasil. Quando ela chegou aqui, em menos de quatro meses já falava português. Dedicou-se tanto, que hoje fala melhor do que muito brasileiro.

Me desculpem os compatriotas, mas ela está certa. Salve a língua portuguesa!

Isabela Teixeira da Costa

O segredo da autoestima

autoestima1Ter uma boa qualidade de vida, saúde e felicidade estão diretamente ligados à autoestima. Principalmente a felicidade.

Tenho para mim que a tristeza traz consigo muitos problemas. Deixo claro que isso é “achômetro”, sem nenhuma pesquisa, nem estudo científico, mas opinião pessoal de observações ao longo da vida.

A maioria das pessoas ao meu redor que tiveram câncer era triste, deprimida, rancorosa. Hoje, essa doença virou epidemia, nunca vi tantos casos como nos últimos anos. Penso que agora tem muito a ver com alimentos transgênicos e a pressão e o estresse da vida.

Voltando ao assunto, tive um colega de trabalho, muito querido, que quando entrou no jornal era alegre, chegava a ser engraçado em alguns momentos. Fazíamos reuniões em sua casa com frequência. Depois que sua mãe faleceu (pode ter sido coincidência) ele se fechou, ficou mais sério, os encontros da turma acabaram, ele foi engordando. Infelizmente, faleceu esta semana. Ninguém me tira da cabeça que a tristeza tirou sua alegria de viver e isso levou ao seu fim.

Li um texto outro dia que fala muito bem de ser feliz. É exatamente como penso, e vou reproduzi-lo.

“Durante um seminário, um dos palestrantes perguntou a uma das mulheres presentes: ‘Seu marido lhe faz feliz, feliz de verdade?’
O marido aprumou-se demonstrando total segurança. Sabia que a resposta seria afirmativa, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento.
Porém, a resposta foi um sonoro ‘NÃO’, daqueles bem redondos.
O marido ficou desconcertado, mas ela continuou:

‘Meu marido nunca me fez e não me faz feliz. Eu sou feliz. O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele; e sim de mim. Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade. Eu determino que serei feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância sobre a face da Terra, eu estaria com sérios problemas.

‘Tudo o que existe nesta vida muda constantemente: o ser humano, as riquezas, o meu corpo, o clima, o meu chefe, os prazeres, os amigos, minha saúde física e mental. E assim eu poderia citar uma lista interminável. Eu preciso decidir ser feliz independente de tudo o que existe. Se tenho hoje minha casa vazia ou cheia: sou feliz. Se vou sair acompanhada ou sozinha: sou feliz. Se meu emprego é bem remunerado ou não, eu sou feliz.

‘Hoje sou casada, mas eu já era feliz quando estava solteira. Eu sou feliz por mim mesma. As demais coisas, pessoas, momentos ou situações eu chamo de ‘experiências que podem ou não me proporcionar momentos de alegria ou tristeza’. Quando alguém que eu amo morre, eu sou uma pessoa feliz num momento inevitável de tristeza. Aprendo com as experiências passageiras e vivo as que são eternas como amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar. Há pessoas que dizem: hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque está muito frio, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque eu não soube me dar valor, porque meu marido não é como eu esperava, porque meus filhos não me fazem felizes, porque meus amigos não me fazem felizes, porque meu emprego é medíocre e por aí vai.

Amo a vida que tenho, mas não porque minha vida é mais fácil do que a dos outros. É porque eu decidi ser feliz como indivíduo e me responsabilizo por minha felicidade.
Quando eu tiro essa obrigação do meu marido e de qualquer outra pessoa, deixo-os livres do peso de me carregar em seus ombros. A vida de todos fica muito mais leve.
E foi assim que consegui um casamento bem-sucedido ao longo de tantos anos.

‘Nunca deixe nas mãos de ninguém uma responsabilidade tão grande quanto a de assumir e promover sua felicidade. Seja feliz mesmo que faça calor, que esteja doente, que não tenha dinheiro, que alguém tenha lhe machucado, que alguém não lhe ame ou não lhe dê o devido valor’ ”.

Muitas vezes, sem nem perceber, a rotina pesada e problemas pessoais abalam o amor próprio e bem-estar do ser humano.

A atitude é muito importante. Acorde, agradeça a Deus por mais um dia, pela saúde. Se arrume, maquie (isso é importante para você se sentir melhor, mais bonita), coloque um sorriso no rosto.

Faça diferente. Tudo depende do nosso olhar para nós mesmos e para a vida.

Isabela Teixeira da Costa

Ataques cardíacos: como é e o que fazer

Jair Rodrigues. Foto: André Luiz D. Takahashi
Jair Rodrigues. Foto: André Luiz D. Takahashi

Depois das mortes súbitas e precoces dos artistas José Wilker e Jair Rodrigues, que esbanjavam saúde, muita gente ficou alerta com possíveis problemas cardíacos.

Ambos faleceram em 2014 de ataque cardíaco.

Tive o prazer de conhecer Jair Rodrigues em novembro de 2012, quando veio com os filhos Jairzinho e Luciana fazerem um show em benefício da Jornada Solidária Estado de Minas. Nunca vi um homem com tanta saúde e vitalidade. Era animado, alegre, sorridente. Acho que este é o segredo para ter saúde. Acredito que alegria espanta doença.

No café da manhã, almoço ou jantar nos restaurantes, sempre que era interrompido por algum fã, abria o maior sorriso, parava e se levantava para tirar uma foto, mas não sem antes dar um grande abraço na pessoa.

No show, não teve uma pessoa que não ficasse pasma com sua energia. Dançava, sambava, pulava, sempre com gestos exagerados – sua marca. Em determinado momento deu um salto e do palco pulou na pista de dança, uma altura considerável. Subiu em mesa, dançou com as pessoas.

Na época, com 73 anos, ninguém poderia imaginar que dois anos mais tarde sofreria um infarto. Aquele homem era saudável. Ninguém, com problemas cardíacos, conseguiria fazer o que ele fez naquele show. Se fizesse, passaria mal ali mesmo.

Wilker morreu em abril, Jair, em maio. E o assunto tomou conta da mídia. Recebi ontem, de uma amiga, Lucinha Guedes, um alerta que o cardiologista paulista, Enio Buffolo, proprietário de uma grande clínica em São Paulo, fez na época, e que merece ser publicada aqui. Quanto mais visibilidade tiver, mais vidas poderá salvar.

Alerta do Dr. Enio Buffolo:

“Quando publiquei estes conselhos em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta.

IMPORTANTÍSSIMO:
OS ATAQUES DO CORAÇÃO

Uma nota importante sobre os ataques cardíacos.
Há outros sintomas de ataques cardíacos, além da dor no braço esquerdo.
Há também, como sintomas vulgares, uma dor intensa no queixo, assim como náuseas e suores abundantes.
Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco.
60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam não se
levantaram.
Mas a dor no peito pode acordá-lo de um sono profundo. Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e
engula-as com um bocadinho de água. Ligue para Emergência (192, 193 ou 190) e diga ”ataque cardíaco” e que tomou 2 Aspirinas. Sente-se em uma cadeira ou sofá e force uma tosse, sim forçar a tosse, pois ela fará o coração pegar no tranco; tussa de dois em dois segundos, até chegar o socorro…
NÃO SE DEITE!!!”

Segundo o cardiologista, se cada pessoa que receber esta mensagem repassa-la a 10 pessoas, poderá ter a certeza de que salvará pelo menos uma vida. Fiz a minha parte.

Isabela Teixeira da Costa

Regime no fim de semana?

dietornotSerá que vale a pena fazer regime também nos finais de semana?

Fazer regime de segunda a sexta e ficar liberado no final de semana é muito comum. Muitas pessoas fazem isso. Usam a frase: tomar café como um rei, almoçar como um príncipe e jantar como um mendigo. O café da manhã exemplar é com frutas, granola, iogurte, pão integral, café, suco, queijo. Alguns mais exagerados se atrevem com ovos. No almoço, muita salada, uma carne branca, algum legume e um carboidrato. De noite, optam por uma sopa leve, ou apenas uma salada. Não podemos esquecer do lanche leve entre as refeições.

Tenho que confessar que não sou dessas. Meu café é pequeno, mas quando estou em um hotel me delicio, porque amo café da manhã. Se pudesse, passaria horas degustando um delicioso desjejum. Mas não tenho este tempo. Não almoço muito, mas de noite… É a minha perdição. E o maior crime de todos: amo doce.

Mas voltando aos “regimosos” da semana (que não é o meu caso), chega sexta à noite… Começa a vida social ativa. Saem para jantar fora com os amigos, bebem vinho, cerveja ou outra bebida às vezes mais calórica. No jantar não se preocupam com o cardápio e não abrem mão da sobremesa.

Sábado, a mesma coisa. Almoço com a família, jantar com amigos, balada… Domingo um cinema. Enfim, nada de malhar, só relaxar, dormir e acordar tarde.

Uma pesquisa feita por um jornal americano apontou que os sábados são os maiores inimigos de quem quer emagrecer. Os entrevistados faziam regime durante toda a semana, mas não alcançavam o peso desejado em função da alimentação no fim de semana.

É claro que devemos ter um descanso, mas não podemos “chutar o balde”. Se sabe que vai sair para jantar, procure manter a mesma rotina no café da manhã, ou reduza um pouco o café da manhã, caso ele seja o modelo monárquico. Evite também a sobremesa do almoço. Assim poderá aproveitar melhor o seu jantar.

Tenho muitos conhecidos que comem algo leve e saudável em casa antes de ir a um almoço ou jantar, assim evitam os canapés e só comem a entrada. Acho que é sofrimento demais. Ir a uma festa e só ficar olhando, com a boca cheia d’água. Não acho graça nisso.

Fast food nem entra em pauta, claro. Quem faz regime a semana inteira nunca vai entrar em uma lanchonete desse tipo para encarar um hambúrguer que deve ter umas 1000 calorias, acompanhado de uma porção de batata frita. Isso nem eu faço mais…

Mas o grande vilão do fim de semana são as bebidas alcoólicas, que são extremamente calóricas. Quem bebe na balada não vai para casa sem antes comer alguma coisa, e de madrugada a opção não é nada light.

E o cinema com pipoca, refrigerante, mini churros ou chocolate. Caso a opção não seja a sala Premier, porque se for, o cardápio é outro, talvez mais calórico ainda.

Enfim, ou você se diverte sem culpa, ou passa o fim de semana de regime também, porque é muito difícil ficar calculando o que pode e o que não pode. O melhor é ser feliz.

Isabela Teixeira da Costa

Divinos

Jefferson Lourenço, 30 anos, é autodidata. Mora e trabalha em Conselheiro Lafaiete, interior de Minas Gerais. Começou sua produção artística aos 9 anos fabricando os próprios brinquedos. Seu primeiro projeto como artista foi na adolescência. Sempre interessado por suas raízes e pela cultura ao seu redor, resolveu fazer réplicas de oratórios do período Brasil – Colônia, depois de uma visita ao Museu do Oratório, em Ouro Preto. 

 O artista tem como referência as festas populares e o folclore brasileiro, e se alimenta deles para compor seu repertório de produção artística.

Na série intitulada “Pouso”, Jefferson usa a tradição da Festa do Divino, muito presente em Minas Gerais, e em interpretação poética, o artista fala sobre os nossos momentos de “pouso” fazendo analogias com os pousos dos pássaros esculpidos por ele.

A medida que o trabalho foi avançando, os pássaros ganharam asas que depois se assemelharam a corações.  A partir daí, o artista iniciou nova fase de divinos para a qual deu o nome de mensageiros.

 Jefferson usa como base para seus pássaros fragmentos de móveis que são garimpados em brechós, fazendas antigas e que, na maioria das vezes, são doados a ele. São pedaços de móveis antigos como espaldares ou pés de camas e cadeiras, quebrados, abandonados. A esses fragmentos do mobiliário do período colonial brasileiro ele dá vida com sua arte.

Serviço:

Orlando Lemos Galeria de Arte

Rua Melita, 95, Jardim Canadá

Nova Lima

(31) 3224.5634 ou (31) 3581.2025

ITC

Abusos das operadoras de telefonia celular

Mobile Phone Bad News

As operadoras de telefonia celular estão impondo promoções de venda.

Estamos na era da comunicação. Quase toda a população mundial tem um celular. São poucas as pessoas que não se renderam a este aparelho que não se restringe a sua função básica de telefone, muito antes pelo contrário, essa é a função menos usada.

E-mail, redes sociais, internet, fotografia, filmagem, despertador, agenda, calendário, calculadora e o quase insubstituível WhatsApp, que quando é bloqueado deixa todo mundo enlouquecido. Para que tudo isso funcione é necessário o chip e é aí que tudo complica, porque por trás dele estão as operadoras.

Se não estiver satisfeita com uma das operadoras existentes pode trocar à vontade, o número permanece o mesmo. Os custos da conta podem melhorar, mas a gente só troca de problema. O pior são os “golpes” aplicados por elas, as ações de má fé para vender mais linhas.

Vejam o que aconteceu com minha prima, Silvia Freitas, que mora em São Paulo. A NET fechou uma parceria com a Claro e ligaram para ela dizendo que enviariam uns chips para celular. Que teria 300 minutos grátis, etc. Disse que não tinha interesse. Avisaram que enviariam sem custo, e que ela desbloquearia se quisesse.

Após o recebimento, ligaram quatro vezes para ela sugerindo que desbloqueasse os chips. Novamente, afirmou que não tinha interesse em ter linha da Claro. Continuaram ligando, insistentemente. Seu marido chegou a atender algumas das inúmeras ligações e, mais uma vez, perguntou se isso traria algum custo para eles. O operador da NET confirmou que não.

A NET informou que, se não houvesse desbloqueio dos chips, eles continuariam ligando para o casal. Para ter sossego, e ficar livre do insistente telemarketing, Silvia desbloqueou os chips, e novamente perguntou, mais como uma confirmação, se, se eles permanecessem na gaveta, continuariam sem custo. Foi nessa hora que teve a primeira surpresa: teria um custo adicional de R$ 39,00 por chip dependente desbloqueado… Eram quatro!

É aí que vemos a má fé. A abordagem é uma forma de enredar o cliente. Mandam o chip sem o cliente querer. Ficam ligando insistentemente para vencer pelo cansaço, dizem o tempo todo que não terá custo se o chip não for usado. Ou o cliente desbloqueia ou não tem sossego para ficar em casa, porque o telefone não para de tocar. Desbloqueia e aí vem a surpresinha: uma conta mensal de R$ 159,60. Literalmente, enfiaram a Claro goela abaixo, e ela teve que engolir.

Ligou imediatamente para cancelar. Como sempre, cancelar não é nada fácil. Horas de espera no telefone, tem que ligar várias vezes, etc. Com ela não foi diferente. Depois de ligar três vezes, conseguiu falar ontem e teve outra surpresinha: se ela cancelar terá que pagar uma multa de R$ 250.

A NET não deveria permitir que uma empresa usasse o seu nome para fazer este tipo de ação, com seus clientes. Isto depõe contra ela, que também tem seus podres. Como minha prima contou este caso ontem, em nosso grupo de WhatsApp, os comentários e casos similares começaram a pipocar. E saiu outro caso.

Ofereceram o mesmo plano para outra prima, também de São Paulo. Ela não aceitou. Eles mudaram o plano do telefone dela à revelia. No dia seguinte, ela ligou para sua mãe e sua avó, que moram em Belo Horizonte. No mês seguinte, a conta veio altíssima. Demorou meses e meses para resolver o problema. Mas não enviaram os chips para ela.

Outra prima teve problema com a NET. Estão cobrando de seu marido uma conta de 2000, de um apartamento que eles têm, onde nunca moraram, e para o qual não existe contrato algum em nome dele. Ou seja, vamos cobrar, se colar, colou. É possível? Cobrar uma conta de 16 anos atrás, sem nenhum comprovante de contratação do serviço???

Temos que ficar espertos, não aceitar nada que tentarem nos impor e se precisar, acionar o Procon.

Isabela Teixeira da Costa

Ações do bem

Devemos ajudar o próximo, de todas as formas, inclusive com ações do bem.

Este mandamento de Deus já está arraigado na grande maioria da população e virou uma ação natural. Algumas pessoas fazem mais, elas encabeçam projetos humanistas que se tornam verdadeiros exemplos de cidadania, porém precisam da nossa ajuda para manter o trabalho.

Se formos listar os bons projetos que existem, este espaço será pequeno. Como o assunto não se esgota, hoje, vou destacar alguns que admiro. Talvez não conheçam todos, mas vale a pena.

O primeiro é o que faço parte, a Jornada Solidária Estado de Minas. Não estou puxando a sardinha para o meu lado, mas esse programa existe há 52 anos. Sua longa existência é consequência do trabalho sério e transparência. Começou com um nome conhecido pelos mais velhos: Jornada pelo Natal do Menor, tímido, doando um pouco de dinheiro, no mês de dezembro, para orfanatos e instituições que trabalhavam com crianças até 12 anos, para que os dirigentes pudessem fazer uma festa Natal para as crianças e dar um singelo presente.

Com o passar dos anos, a Jornada chegou a atender 300 instituições e beneficiar mais de 65 mil crianças por ano. Da mesma forma que o programa crescia, aumentava também o sentimento de voluntariado na sociedade. Percebemos que não era mais necessário fazer festa de Natal. As necessidades eram maiores.

Faltava tudo nas creches, e o que existia precisava de reparos: torneiras e encanamento de gás com problemas, pisos e forros (quando tinham) precisando ser trocados, pouca iluminação, ambientes com mofo, colchonetes velhos, banheiros em estado de calamidade.

Mudamos o enfoque. Passamos a fazer reformas. Para isso, fizemos alterações no estatuto da Jornada. Reduzimos a faixa etária de atendimento para 6 anos. Já entregamos 35 creches para as Associações Comunitárias, totalmente reformadas e equipadas. As que foram possíveis ampliar, ampliamos. Onde foi possível colocar acessibilidade, foi colocado. Acredito que estamos no caminho certo.

Outro programa que admiro muito é a Cidade Refúgio para moradores de rua. Trata-se de uma comunidade terapêutica, sem fins lucrativos, que atende moradores de rua com problemas decorrentes do uso ou abuso de álcool e drogas.

Lá eles têm como objetivo promover a restauração da pessoa devolvendo a dignidade, o amor próprio, a autoestima, por meio do tratamento, recuperação, profissionalização e reinserção social. A restauração do ser humano é física, emocional, social, mental, familiar e profissional.

Como parte do tratamento eles ensinam uma profissão aos moradores da Cidade Refúgio. Ninguém fica à toa. Entre os cursos tem: construção civil nas áreas de alvenaria, acabamento, pintura, gesso, bombeiro e eletricista; culinária, ensinando o ofício de padeiro, confeiteiro, pizzaiolo, chefe de cozinha e garçom; corte e costura, manutenção de máquinas e silk; marcenaria; enrolamento de motores; jardinagem e paisagismo.

Em 2015, foi criado um apiário para ajudar no sustento do projeto. A Rede Mel, como é chamada, vende o mel produzido na fazenda, pelos moradores em tratamento. Os apiários seguem os padrões exigidos pelos órgãos fiscalizadores e, como resultado, apresentam produtos de alta qualidade. O que eu acho mais legal é que eles não dão o peixe, mas ensinam os homens a pescar.

O terceiro programa é Os Engenheiros da Alegria, inspirados nos Doutores Alegria e no filme A corrente do bem. Todos os projetos alegreiros são voluntariados, abertos para todas as faixas etárias e, apesar de levar no nome a Engenharia, é aberta para todas as pessoas que gostam de construir sorrisos. Como eles explicam, “Alegreiro é a pessoa que faz sorrir e todos possuem o talento de poder construir um sorriso”. Para eles, isso é mudar o mundo.
Hoje, atuam através de três projetos: as Visitas Alegreiras, levando sorrisos para comunidades, creches, escolas e asilos, através da fantasia e da arte do palhaço; coletivo FelizCidade, que são intervenções urbanas para levar um pouco mais de amor para as ruas de Belo Horizonte e a Mão na Massa, uma forma de mudar um mundo através da mobilização comunitária. A idéia consiste transformar sonhos em realidade, promovendo a qualidade de vida. Esse trabalho é feito em comunidades, creches, escolas, asilos e hospitais de BH.

Serviço:

Para quem quiser ajudar:

Jornada Solidária Estado de Minas – 3263-5700 jornada@uai.com.br

Cidade Refúgio  – (31) 2551-1017 / 98861-1011 julioflacerda@cidaderefugio.com.br

Engenheiros da Alegria – página no Facebook

Isabela Teixeira da Costa

Banana marinada

bananamarinadaA dica de hoje foi dada pela decoradora Sandra Penna que adora cozinhar e é uma craque na arte da boa comida. Trata-se de uma sobremesa rápida, prática e deliciosa que ela aprendeu com o chef catalão Ferran Adrià.

Banana marinada em calda de açúcar com limão

4 colheres de sopa de água

6 colheres de sopa de açúcar

Sandra Pena. Foto Jacob Máximo
Sandra Pena. Foto Jacob Máximo

1 limão galego

4 bananas

Modo de fazer:

Leve ao fogo a água com o açúcar e deixe esquentar até o açúcar derreter. Não precisa ferver, nem engrossar, é apenas para esquentar até ficar uma calda clara. Pegue o limão galego e raspe toda a casca dele na calda, com o fogo ainda ligado. Não deixe chegar na parte branca porque isso dá amargor. Deixe esfriar. Depois de fria, esprema o limão na calda. Corte as bananas em rodelas e mergulhe na calda fria. Deixe marinar por uma hora.

Pode servir pura ou com uma bola de sorvete.

ITC

Mineiros em Sampa

Três ambientes da Casa Cor em São Paulo são assinados por mineiros.

Pedro Lázaro, Catarina e Renata Hermanny e Michele Luz marcam presença com espaços muito bem decorados. Pedro Lázaro assina o Espaço das Interlocuções, um living intimista em tons de cinza. Catarina e Renata Hermanny fizeram a suite do casal que está agradando em cheio o gosto dos paulistanos e Michele Luz assina o quarto do bebê.

Para quem interessa visitar segue o serviço:

Jockey Club de São Paulo – Avenida Lineu de Paula Machado, nº 775 – Cidade Jardim

De terça a quinta-feira – Ingresso inteiro: R$ 52,00 Ingresso de estudante: R$ 26,00 Ingresso senior (para pessoas com 60 anos ou mais): R$ 26,00

Sexta, sábado, domingo e feriados – Ingresso inteiro: R$ 65,00 Ingresso de estudante: R$ 32,50 Ingresso sênior (para pessoas com 60 anos ou mais): R$ 32,50

Passaporte único: R$ 150,00

Valet: R$ 25,00